sábado, 20 de dezembro de 2014

Qual é o seu aplicativo de gastronomia favorito?

Se há alguma dúvida sobre como estamos cercados de informação de comida em todo tipo de mídia, especialmente nas digitais, basta acessar um mecanismo de busca na internet e nele registrar um dos jargões do meio.  

Expressões como gourmet, chef, harmonização, guarnição, sommelier, mise en place e outros tantas estão presentes num infindável número de conteúdos digitais, seja em blogs ou canais de vídeo, em  newsletters ou sites de formatos cada vez mais criativos. 

Como o celular se tornou uma ferramenta que garante a qualquer pessoa  acessar os conteúdos de seu interesse em qualquer lugar e a qualquer hora, com seu uso massivo, a cada dia aparecem mais e mais novidades. Especialmente em relação aos diversos aplicativos para smartphones que oferecem maneiras atrativas para que o usuário se conecte. 

Como conteúdo, a gastronomia está no alto dessa onda. 

Há aplicativos de receitas, de vinhos e cervejas, de restaurantes, de entrega de comida, compras de produtos para cozinha e muito mais.

Qual é o seu favorito? 

Eu adoro alguns, mas o app meu favorito é o Tudo Gostoso. Quem não conhece? 



Escreva para o Blog da Gavioli ou mande email para mcgavioli@gmail.com. Vamos compartilhar os melhores aplicativos entre os interessados. Essa é a proposta de hoje. 

Bom fim de semana! 


domingo, 14 de dezembro de 2014

Caçarola italiana e manjar branco

Há alguns meses publiquei aqui no blog duas edições de Sobremesas de Familia.

Como as festas de fim de ano já chegaram e esse casal inseparável não pode faltar na mesa de doces, achei por bem repetir as receitas.  Para quem quiser ver os post antigos, nos quais contei um pouco da história dessas receitas da minha avó materna e que a minha mãe faz divinamente, seguem os links para facilitar a busca.

Sobremesa de familia 1

Sobremesa de família 2


Mãos à obra!

Caçarola italiana (pudim)

Ingredientes 

- 5 ovos inteiros
- 1/2 kg de açúcar refinado
- 1 garrafa (medida de garrafa de cerveja) de leite
- 5 colheres (sopa) de queijo mineiro ralado (não pode ser de pacotinho, tem que ser ralado na hora)
- 5 colheres (sopa) de farinha de trigo - bem cheias

Modo de fazer
Bata os ovos com o açúcar, acrescente o leite, o trigo e o queijo ralado. Asse em banho-maria em forma caramelizada com açúcar bem queimadinho por cerca de 70 minutos. 

Esse pudim pode ser desenformado ainda quente.  Depois deixe-o esfriar e, de preferência, sirva no dia seguinte. 


*****

Manjar Branco com calda de vinho e ameixas pretas



Ingredientes 

Massa do manjar
1 1/2 litro de leite
1 vidro de leite de coco
2 xícaras (chá) de açúcar
6 colheres (sopa) de amido de milho - bem cheias

Calda
1 1/2 xícara de vinho tinto
4 colheres (chá) de açúcar
água
ameixas pretas com caroço

Modo de fazer: 

Ponha o leite para ferver, acrescente o açúcar e o leite de coco. Quando levantar fervura, acrescente o amido de milho dissolvido numa pequena reserva do leite. Mexa sem parar. Quando começar a engrossar, continue mexendo para que não grude demais no fundo da panela. Serão cerca de 5 minutos para o cozimento da maisena. Desligue o forno e despeja numa forma de buraco molhada com ameixas distribuídas no fundo.  Deixe endurecer por cerca de 2 horas ou até esfriar. Desenforme no recipiente em que vai servir. Deve ser fundo o suficiente para que a calda que será colocada por cima não derrame. 
Para fazer a calda, junte todos os ingredientes numa leiteira e leve ao fogo, até dar ponto de calda. Depois de fria, derrame sobre o manjar. 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Sorvete de banana

Na publicação de ontem, mencionei um sorvete de banana e muita gente deve ter pensado que depois me esqueci dele. Mas não foi isso, não.

Como hoje é sexta-feira, deixei para escrever essa receita porque ela é muito, muito, muito difícil... rsrs Brincadeira. Não tem erro e é muito saudável.

Aprendi com a minha queridíssima professora Janaína Suconic. Ela é super experiente e tem ideias pra lá de interessantes. No entanto, ela ensinou a base e eu pus um toque de bebida alcoolica. Ficou muito bom!

Sorvete de Banana com licor de whisky e castanha do Pará

Ingredientes

3 bananas nanicas bem maduras sem a casca e os fios cortadas em pedaços
2 colheres de licor de whisky (Drambuie)
10 gramas de xerém de castanha do Pará

Modo de fazer

Congele as bananas (no mínimo 3 horas no congelador, até que fiquem bem duras). Bata as bananas no liquidificador ou no processador de alimentos até transformar num creme. Isso vai demorar uns oito minutos no liquificador. Não desista se tiver que parar várias vezes o liquidificador até que consiga bater tudo e transformar num creme homogêneo. Acrescente o licor e bata por mais alguns segundos. Polvilhe o xerém de castanha do Pará sobre o sorvete já na taça em que será servido.









Difícil, não? Coisa de preguiçoso... que nada! Sobremesa de gente esperta e criativa.

Se quiser saborizar com morangos, mangas, quiwi ou outra fruta, basta acrescentar as frutas escolhidas na receita. Simples demais. E delicioso!

Boa sexta! Bom fim de semana!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Pé de moleque da tia Neide

Um dos doces mais gostosos que eu conheço é o tal pé de moleque. O da tia Neide, então, nem se fala a delícia que é.  De leite condensado, com amendoim torrado em casa. No ponto certo, sem caramelizar demais, bem macio e crocante. 

Ontem, domingão de calor lá em Itu, foi dia de tirar a coleção de papais noeis da minha mãe de dentro das caixas que ficam durante quase o ano todo na parte de cima dos armários e dar vida a todos eles na mesinha da sala de visitas da casa dela. São mais de 20 bonecos barbudinhos, cheios de charme e com a barriguinha avantajada, quase sempre vestidos de vermelho, que à base de pilhas ou baterias, se mexem, cantam, tocam instrumentos, andam de bicicleta, enfim... fazem de tudo. 

A minha mãe adora papai noel. Se quiser agradá-la, ache um bem bonito e mande de presente. Na noite de Natal ou em alguma situação em que estejamos por lá, ao menos parte da família reunida, ela liga todos ao mesmo tempo. Uma doideira super barulhenta, mas muito gostosa. O mais legal é que cada membro da coleção tem uma história, uma façanha qualquer que, ontem, até decidimos catalogar, a Bruna e eu, para que com o tempo a gente não perca as datas e o registro de quem presentou ou como aquele papai noel chegou até a dona Neuza. Não fizemos isso ainda, é um plano a ser executado!

No meio disso tudo,  graças às musiquinhas de Natal e a saudade que era grande, decidimos ir visitar a tia Neide na casa dela. Fazia tempo que não nos víamos e todas nós, a Cris, a Bruna, a Giovana, minha mãe e eu, estávamos saudosas e há tempos combinávamos a tal visita, mas nunca dava certo. Ontem deu! 

Ligamos pra ela para avisar que iríamos, já que, por mais intimidade que se tenha hoje em dia, é de bom tom avisar, principalmente, para que o anfitrião não seja pego de surpresa, ainda mais num domingo à tarde que é dia do sagrado descanso das pessoas. Antigamente, as visitas eram mais frequentes, de modo que as pessoas não estranhavam quando chegava um parente ou amigo. Mas isso mudou muito de uns 20 anos pra cá. Agora, em tempos de facebook e internet, todo mundo sabe de todo mundo, mas as visitas são poucas. O que não significa que não as pessoas não sejam bem-vindas. Ao contrário, encontrar pessoalmente quem a gente ama preenche o coração de alegria. A gente sorri de verdade, porque o afeto é um alimento maravilhoso para a alma. 

Quando chegamos na casa da tia Neide e do tio Durvalino, foi uma alegria geral. Quanto abraço apertado nós trocamos! Uma delícia. Ela é muito calorosa e a nossa tia mais amada.  Ele é divertido, espontâneo, cheio de vida.  

Tenho tantas boas lembranças desses tios... quanta manga eu chupei na casa deles... Teve uma época que a Cecilia, minha prima filha deles mais velha, e eu vivíamos pra cima e pra baixo juntas. Ela até morou comigo um tempo aqui em São Paulo. Minha prima querida... todos os porteiros a anunciavam assim: "a sua irmã está aqui" de tão parecidas fisicamente que somos. 

Bom, o título do post de hoje é Pé de Moleque, mas o da tia Neide porque só ela sabe fazer esse docinho tão especial. Além do que, no período do Natal, às vezes na Páscoa, ou em alguma ocasião especial, que ela resolve presentear as pessoas, vai para cozinha e faz várias receitas. Depois corta em quadradinhos pequenos, coloca nuns saquinhos delicadamente coloridos ou estampadinhos, fecha com fitilho ou laço de fita e adesivo de presente de acordo com a ocasião. Aí, ela visita as pessoas que ama entregando os docinhos que são simplesmente irresistíveis. 

Além do pé de moleque de leite condensado, agora até existe industrializado, chamam de pé de moça, ela às vezes faz rapadurinha de banana ou de coco ou docinho de leite. É uma loucura de bom. 

Mesmo sem saber que íamos visitá-los, ela já tinha feito os docinhos que nos daria de presente esse ano. Aí foi aquela surpresa boa quando apareceu com vários pacotes cheios de pé de moleque ainda sem amarrar os laços (o que foi feito antes que saíssemos para que pudéssemos levar) que nos seriam em alguns dias dados de presente.  

Esse gesto da minha tia é algo que admiro profundamente e tento copiar, embora não o faça com tanto charme. Levar um presentinho feito por você mesmo como um docinho, uma geleia, um pãozinho, para quem você gosta, é uma atitude muito elegante porque pode ser singela, mas é cheia de significados de amor, cuidado, carinho. Só coisas boas. 

Foi uma tarde adorável. Minha tia contou que no sábado comeceu a arrumar a casa para o Natal. Mas já estava tudo tão bonito que parecia pronta a arrumação. Ela mora numa casa linda, espaçosa e muito confortável. Os enfeites natalinos já estavam nos lugares planejados para deixar tudo bem alegre e divertido para o Rafael, netinho deles, filho da Cássia, na casa do vovô e da vovó. 

Eu vou escrever a receita do pé de moleque, mas igual ao da tia Neide, não será. O dela é único. Espero, contudo, que o gesto dela seja aprendido e replicado. Se você fizer pé de moleque ou qualquer outra coisa, pode ser que você não curta cozinhar, pode ser uma caixinha, um vidrinho decorado, um enfeitinho de tricô ou de tecido, seja lá o que for, e presentear com afeição,  isso, sim, vai ser delicioso. 

Bom início de semana. 


Receita de pé de moleque de leite condensado




Ingredientes

500 gramas de amendoim torrado (se preferir, pode ser sem casca)
1 lata de leite condensado
1 xícara (chá) de açúcar refinado


Modo de fazer
Leve todos os ingredientes ao fogo em panela de fundo grosso. Mexa até dar ponto. Despeje numa superfície fria e lisa. Com uma espátula ou pão duro, estique a massa para que fique lisa fazendo uma camada de cerca de 2,5 centímetros. Deixe esfriar um pouco e corte os quadradinhos com a faca molhada. 


A familia e os doces. O Silas fez a foto. 


sábado, 6 de dezembro de 2014

Pastel de Feira

Paulista adora pastel de feira.  A mim, pessoalmente, representa uma  memória afetiva das mais confortáveis. Desde bem pequena meus pais compravam na feira da Vila Nova pastéis do Ditinho todas as terças-feiras para nós. Segundo a minha mãe, o pastel dele era excelente por causa da massa que ele preparava. Lembro do trailler estacionado bem no meio do quarteirão da feira da pracinha Almeida Júnior lá em Itu, onde, diante dos fregueses, a massa ia sendo aberta conforme os pedidos eram feitos. Os recheios não variavam além de carne, palmito e queijo. Assim que o pedido era feito, tudo era muito rápido. E olha que tinha muita gente comprando sempre. E o sabor?  Incrivelmente bom. 


Foto: www.cozinhabrasileira.com



Depois chegou uma concorrente na feira: a japonesa. Ela já tinha uma infraestrutura mais atualizada, com uma barraca igual às que vejo até hoje nas feiras em São Paulo. A japonesa vendia também rolinhos de massa de pastel para preparar em casa. Houve uma mudança no lugar da feira da Vila Nova em algum momento e isso fez com que a localização dessa barraca passasse a ser exatamente em frente ao sobrado que meu pai construiu pra gente morar. Portanto, eu já adolescente, quando abria a porta da sacada do meu quarto, avistava ali bem do outro lado da calçada a barraca de pastel da japonesa.  

Na casa da minha família, todos nós comíamos pasteis de feira logo de manhã. Não tinha hora certa a partir da qual era permitido comer. Tão logo eles chegavam quentinhos em casa naquele saco de pão pardo (ou ainda na feira mesmo) eram devorados imediatamente.  Diferente do que ouço o Silas falando toda vez que estamos juntos e eu quero comer pastel antes de dar meio-dia. 


Foto do Blog Tour Sptrans

Quando decidi escrever um post sobre pastel de feira, eu pesquisei um pouco sobre a origem dessa gostosura. Há quem diga que é um produto que foi adaptado da rolinho primavera chinês e também há autores que acham que eles vieram da Europa, de Portugal mais especificamente onde pesquisas históricas apontam registros de uma massa frita em óleo quente já no século XIX. Considerando a relação da minha família com os pasteis, acho que pode ter sido criado por italianos, já que nas casas das minhas avós, tanto materna quanto paterna, sempre se comeu pastel com vontade! Tenho uma recordação carinhosa do meu avô Agnelo que comprava pastel para os meus primos que ficavam na casa dele (em especial para a Cassinha, minha prima mais nova). Meu pai reproduziu isso e sempre comprou pasteis para as netas e também para o Gabriel, o único neto, caso ele estivesse por perto nalguma terça-feira. 

Quando era criança, o meu era sempre de carne e os dos meus irmãos e da minha mãe, de palmito. Confesso que até hoje não gosto muito de palmito. Eu como, mas não gosto muito. Eles amam palmito! (A Euzi também... só pra constar).

Quando fiquei mais velha comecei a apreciar o pastel de queijo. O Ditinho já não vendia mais pasteis naquela feira e a japonesa era a minha fornecedora especial e eu cliente cativa. Durante anos da minha vida, eu comi pastel todas as terças-feiras de manhã, antes de ir para a escola. Os de queijo combinam muito com café preto.  Só de lembrar me verte água na boca. 

Hoje estava tomando um café preto e pensei naquele sabor. Lembrei que aqui perto tem um pasteleiro japonês, em frente ao sacolão de Higienópolis, na rua Veridiana. Não teria café preto, mas resolvi ir até lá para comer pastel de queijo.  

Fui pesando prós e contras de botar pra dentro do meu corpo um alimento frito, normalmente em gordura saturada, mas às vezes faço concessões às calorias a mais só para ter um verdadeiro prazer gastronômico. Comer pastel de feira de carne ou  queijo de vez em quando é algo que me permito porque é bom demais. Mas hoje...

Que decepção! Um dos piores pasteis que já comi na vida. Massa sem sal, engordurada, entregue com muito mau humor pelo senhor dono da pastelaria. Além disso, sem café preto, claro. Mas isso eu já sabia. 

Às vezes a expectativa é muito grande e dá nisso, mas, o que me deixou ainda mais decepcionada (e irritada) é que além de o pasteleiro e de suas duas ajudantes venderem um pastel horrível, ele resolveu limpar o balcão em frente do qual eu estava.  Ao invés de ter cuidado para não jogar a sujeira nos fregueses, ele simplesmente passava o pano sobre o balcão jogando as migalhas e os pingos para fora, no sentido da freguesia. Bizzarro! 

Saí dali com uma sensação desagradável e acho que não valeu o crime de ingerir aquela gordura toda. Soou que fiz algo contra o meu corpo sem ter qualquer compensação prazerosa... Bobagem porque é só um pastel. Nada que eu ainda não vá comer muitas vezes, mas nunca mais nesse lugar. 

São Paulo é uma cidade que preza o pastel de feira. Aqui há muitos descendentes de japoneses que vendem pasteis deliciosos. Na feira da Chácara Santo Antonio, eu comi excelentes pasteis especiais. Jarbas, Alessandra e eu, quando dava a louca em alguma quinta-feira, lá íamos na hora do almoço. Eram super pasteis,  sensacionais. 

Na feira da Vila Madalena aos sábados também tem bom pastel, mas esse do Sacolão da rua Veridiana, é péssimo. 

Amanhã é domingo e se por acaso você for à feira e se der o direito de comer um pastelzinho bem gostoso, conte pra gente aqui no blog. Quem sabe sua sorte é melhor que a minha nessa gulodice. 

Bom fim de semana! 



segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Hamburguer caseiro, por que não?

De vez em quando invento moda. Outro dia resolvi fazer hamburguer em casa, algo que deve ser bem comum para muitas pessoas, mas para mim, a mais nova novidade.

Tinha visto na Chef TV dia desses, num dos progamas da grade que agora não me lembro o nome, um cozinheiro fazendo habilmente um harburguer de um jeito simples, fácil e o melhor, parecia muito gostoso!
Decidi seguir mais ou menos o que eu lembrava do que tinha visto, peguei o i-Pad para evitar erros catastróficos e meti as caras.

Antes, claro, passei no supermercado e comprei carne moída, com alguma gordura. O hamburguer para ficar suculento necessita de, no mínimo 15% de gordura. Comprei também pão de hamburguer com gergelim, que eu adoro e estava fresquinho para a minha sorte.



Uma coisa importante sobre o hamburguer são os utensílios a serem usados. Embora eu até ache que dá pra fazer sem, meio no improviso, acho que o aro de cozinha é uma peça-chave para que o hamburguer fique bonitinho. Outra coisa importante é a chapa quente, que pode ser substituída pela frigideira. Aqui em casa, fizemos no grill, temos um que é pouco usado, mas foi ótimo para grelhar o hamburguer dos dois lados e bem rapidinho.  Também é bom ter uma espátula para hamburguer. Se não tiver, basta uma escumadeira do tipo reta, como uma pá, preferencialmente de silicone ou outro material antiaderente para remover a carne de onde tiver sido frita ou assada, levando até o pão ou prato.







Hamburguer Caseiro 

Ingredientes
30 gramas de cebola picada em brunoise
2 dentes de alho amassado
1/2 colher de manteiga
400 gramas de carne moída (de preferência maminha ou acém)
sal e pimenta do reino o quanto baste
1 colher (chá) mostarda de Dijon

Modo de fazer
Doure a cebola e o alho na manteiga e escorra o excesso líquido.  Numa tigela, misture o alho e a cebola fritos com a carne moída crua. Tempere com sal e pimenta do reino, se quiser acrescente um pouco de mostarda. Formate três ou quatro hamburgueres altos usando o aro de cozinha. Com a ajuda da espátula, leve a carne para a frigideira ou assadeira (se preferir fazer no forno). Grelhe na chapa bem quente por cerca de 3 minutos de cada lado. No forno demora um pouco mais e é prudente untar bem a assadeira ou até mesmo forrá-la com papel aluminio untado com óleo ou manteiga.

Monte seu sanduíche: transforme seu hambuguer num cheese salada com cogumelos


Ingredientes

Pão de hamburguer
Maionese
Mostarda
Ketchup
Folhas inteiras de alface lavadas
Tomates em rodelas
Cogumelos paris salteados na manteiga

Montagem: Corte o pão no sentido vertical, passe maionese nas duas partes internas, coloque numa delas o hamburguer e por cima os cogumelos. Na outra, as rodelas de tomate e as folhas de alface. Se quiser, lambuze um pouco com mostarda e ketchup.



Hummmmm.... me chame para experimentar quando fizer.

Observações: Há quem faça o hamburguer sem sal e só na hora de assar ou grelhar o tempere. Isso garante maior suculência, porque a gordura da carne não será afetada pelo sal.
Se preferir que o hamburguer fique mais baixo, use um aro maior, o molde é um critério pessoal. Entretanto, o que dá maciez, leveza e muito sabor ao hamburguer é a maneira como ele é grelhado, deixando bem passado por fora e quase sangrando por dentro. Mas gosto é gosto...

Usar ingredientes de boa qualidade faz toda diferença, isso todo mundo sabe. Mas no caso do hamburguer é ainda mais clara a necessidade de prezar por uma boa carne, além da qualidade da mostarda e, se possível de uma maionese caseira bem temperada.

Se fizer para os seus filhos, estou certa de que eles aprenderão rapidamente a diferença entre hamburguer e sanduíche do McDonald's.

Boa semana! Ah, em tempo: sanduíches desse tipo não são para todos os dias. Só de vez em quando. Aí é que tem graça e não faz mal à saúde.