terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Puxando a sardinha .. (parte 3 - final)

Reflexões sobre o mundo digital e a Gastronomia



Nossa sardinha já está quase totalmente assada...  


Na semana passada, falávamos de marketing de conteúdo e a proposta de hoje é colocá-lo em prática! Ao final desse texto, uma breve conclusão sobre: 



Mídias digitais, marketing de conteúdo e Gastrô...



Pensando bem, que itens podem favorecer a nossa empresa de catering em relação à sua acirrada concorrência a partir do conceito de marketing de conteúdo? 
A resposta é que a nossa empresa lide e esteja mais presente em ambientes confiáveis como blogs, artigos em revistas, programas de TV, recomendações de críticos e, principalmente de usuários, do que as suas concorrentes.
Assim, não será preciso oferecer o produto ao cliente caso ele tenha sido mencionado de forma positiva por um blogueiro influente num post que atinge em cheio o seu público alvo. O produto ou serviço citado será procurado no médio prazo. É quase uma consequência natural obter resultado positivo e aumentar a clientela.


  • Marketing de conteúdo digital
Uma vez que existem ferramentas disponíveis como as já mencionadas anteriormente, criar um blog de gastronomia também não é uma tarefa difícil.  Concebê-lo para se tornar uma ferramenta influenciadora de decisões de determinado público, isso sim, é bem mais complicado.
Os blogs surgiram como diários virtuais de uma geração de pessoas que têm com os computadores uma relação semelhante a que tinham as pessoas da gerações passadas com os livros e cadernos feitos de celulose e papel. No entanto, como os blogs são ambientes dinâmicos, que podem ser alterados e acessados por muitas pessoas, dependendo de sua abrangência, logo se tornaram vitrines para personalidades (pessoas e também empresas) na divulgação de conteúdos de interesse público. 
Com essa evolução, a versão daquele diário do passado, antes trancado a sete-chaves, para o qual não existiam exigências de diagramação, linguagem, constância de publicação e nem  apelos visuais , tornou-se uma importante ferramenta para divulgação de conteúdos relevantes para empresas e negócios. Em se tratando da área de gastronomia não foi diferente.
Para escrever sobre comida não é preciso muito, basta ter opinião sobre ela. Além do que quase todo mundo sabe e pode reproduzir receitas de bolo. A coisa fica mais séria quando se trata de angariar a confiança de leitores cativos e influenciadores de outros leitores para garantir relevância suficiente como blogueiro. Esse não é um trabalho tão simples como poderia parecer.
Vale mencionar que os blogs não são, contudo, a única maneira de se fazer marketing digital. Talvez sejam apenas exemplos mais palpáveis porque muitas pessoas hoje em dia publicam suas façanhas em blogs.  Muitas empresas, associações e instituições, especialmente as mais “antenadas”, também têm dado significativa atenção para essa ferramenta, tanto criando seus próprios blogs como buscando divulgação em citações de  conteúdos publicados por blogueiros influentes junto a seus leitores.

  • Redes Sociais
Como já foi escrito acima, o Facebook é hoje uma importante mídia digital para qualquer negócio. Mas não é a única rede e, não é difícil prever que, como o Orkut (que se viralizou de forma instantânea e vertiginosa há alguns anos, atingindo todas as classes sociais e os mais distintos públicos) deixe espaço em breve para outra rede que se torne mais relevante e atraente.
Existem outras redes como o Facebook, mas com características peculiares. Há o Instagram para fotos, o Linkedin que é mais voltado aos conteúdos formais e executivos, o Google plus, o Youtube para videopublicações, o Twitter para comunicação suscinta e ainda outros novos conceitos como o do Pinterest, abrangente e focado ao mesmo tempo.  Um profissional de comunicação tem obrigação de conhecer todas para que possa desenvolver um bom plano de mídia para uma empresa de gastronomia ou um chef.
A adequação da linguagem e dos formatos é indispensável e, se feita de forma leviana, pode destruir uma carreira promissora ou a imagem institucional de uma boa empresa. 


 Recomendações para uma boa campanha digital
A Gastronomia traz consigo elementos que se bem usados facilitam muito o uso das mídias digitais. Imagens de comidas são em geral coloridas e atrativas, chefs de cozinha são profissionais glamourizados  no imaginário coletivo, o paladar é um dos sentidos mais facilmente estimulados no ser humano porque em algum momento todas pessoas sentem fome (mesmo as que não ligam muito para comida), falar de comida é um passatempo agradável, muito mais do que falar mal da vida alheia. 
Enfim, são muitos pontos favoráveis para que tenha havido tanto crescimento do assunto nas redes sociais e nas mídias em geral.
Entretanto, algumas recomendações podem favorecer e até perenizar na preferência do público alguns serviços, empresas, personalidades e celebridades gastronômicas a partir do ambiente virtual. São elas:
  • website atualizado, dinâmico e com medição de audiência;
  • ferramentas de disparo de emails para envio de newsletters, eventos e fatos relevantes; 
  • presença em mídias digitais com conteúdos bem cuidados, atualizados e contextualizados;
  • conteúdos em blogs confiáveis;
  • diversificação de canais (youtube, instagram, twitter etc.) com adequação de linguagem;
  • estratégias para webinar e SEO, a fim de ter boa classificação em sites de busca
E outras que podem favorecer o negócio como um todo.
Conclusão
Como nesse trabalho a proposta é analisar a comunicação empresarial para a gastronomia tendo como foco os ambientes digitais, não houve a preocupação de se estender o texto com os demais conceitos citados para um plano de comunicação.
O equilíbrio entre o virtual e o real é que pode garantir o desenvolvimento pleno e crescente de qualquer negócio, seja para a Gastronomia ou qualquer outro ramo de atividade. 
É crucial, portanto, reconhecer a importância da comunicação empresarial para a formação do profissional da Gastronomia. Se faltar esse elemento, esse conhecimento quase básico, um chef de cozinha pode ser o responsável pelo mais brilhante, inovador e saboroso preparo entre todos os já produzidos, mesmo assim, ele nunca terá o reconhecimento que lhe é devido em termos pessoais, emocionais e financeiros.
Comunicar é essencial. 
 É isso aí! 


Se quiser ler os três textos da série Puxando a Sardinha  (partes 1 e 2), acesse: 




quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Puxando a sardinha... (parte 2)


Reflexões sobre o mundo digital e a Gastronomia



Continuando a puxar a brasa para a minha sardinha...

Na semana passada, duas perguntas ficaram no ar quando o assunto era sobre planos de comunicação para uma empresa de catering (serviço de alimentação) do tipo buffet gastronômico e/ou um novo restaurante. 




Mídias digitais, marketing de conteúdo e Gastrô...



·         Como montar um plano de comunicação voltado ao mercado para divulgação de uma empresa dessa natureza?
·         Quais os elementos-chave a serem considerados para uma boa companha de comunicação empresarial?
Depois de uma análise criteriosa sobre o perfil da empresa  (tipo de produto e serviços prestados, características dos sócios e da equipe, idade do empreendimento, reconhecimento da marca, mercado em que atua) e seus objetivos no tempo (de acordo com a capacidade instalada e a estratégia a curto, médio e longo prazos), o responsável pela estratégia de comunicação deverá considerar um amplo espectro de opções para definir o melhor caminho a seguir. Para traçar metas adequadas que garantam atingir plenamente os objetivos da empresa, os elementos de um plano de comunicação básico são:
  • website;
  • mídias digitais (blogs e canais web) e marketing de conteúdo;
  • redes sociais (Facebook, Linkedin, Pinterest, Instagram, Google mais)
  • assessoria de comunicação (e não mais apenas de Imprensa);
  • publicidade e propaganda;
  • folheteria (panfletos, encartes, material interno);
  • participação em programas de TV, rádio e internet;
  • desenvolvimento próprio ou participação em aplicativos (Restorando, por exemplo);
  • publicação de artigos em veículos especializados e na grande  mídia (jornais, revistas, sites e portais);
  • participação em concursos e eventos da área;
  • palestras em escolas e associações;
  • parcerias estratégicas com clubes, associações, instituições, confrarias etc.
  • CRM (customer relationship management): informações e cadastro completo de preferências, dados históricos de compras, ações para manutenção do relacionamento e fidelização de clientes, que se tornam influenciadores de compras para outros clientes potenciais. 

 Não é sem motivo que os dois primeiros itens citados são website mídias digitais 

Toda empresa, ainda que incipiente, não sobreviverá e nem terá um crescimento orgânico sem investir numa plataforma que garanta aos seus potenciais clientes encontrar informações a respeito de suas atividades no ambiente web. 

Ainda que não seja um site profissional, terá que existir. Caso não haja nenhum recurso financeiro na empresa disponível para esse fim, há soluções gratuitas na web para criação de ambientes virtuais do tipo blogs cujas funcionalidades são bem parecidas com as dos websites. O que não dá é para ficar fora da mídia digital. 

É indispensável criar uma página no Facebook que, para um primeiro momento, é totalmente grátis para qualquer usuário que tenha uma conta pessoa física ou jurídica, ou seja, CPF ou CNPJ, nessa rede de relacionamentos. As ferramentas oferecidas garantem que, mesmo pequeno, o negócio de buffet ou o restaurante estejam presentes na web com seu nome, endereço e telefone.  Não há grandes dificuldades em acessar esse ambiente e se registrar. 


Marketing de conteúdo


Outro importante fator do plano de comunicação é o que contempla o marketing de conteúdo. Esse, sim, pode ser essa a grande diferença entre o sucesso e o fracasso de uma pequena empresa de catering, como a do nosso exemplo: o fato de seu dono ter conhecimento sobre marketing de conteúdo. 

Segundo a empresa Rockcontent, marketing de conteúdo é uma maneira de engajar-se com seu público-alvo e crescer sua rede de clientes e potenciais clientes através da criação de conteúdo relevante e valioso, atraindo, envolvendo e gerando valor para as pessoas de modo a criar uma percepção positiva da sua marca e assim gerar mais vendas.  

Pode parecer, mas não é nada muito complicado. No entanto, exige certo grau de sofisticação despertar o interesse de determinado público alvo para uma informação, especialmente, quando há tantos conteúdos para que esse público escolha o que melhor lhe convém. Em outras palavras, seria mais fácil se não houvesse concorrência.  

Pensando bem, que itens podem favorecer a nossa empresa de catering em relação à sua acirrada concorrência a partir do conceito de marketing de conteúdo?  

(continua...)


Na semana que vem, além de marketing de conteúdo e sua aplicação, redes digitais e recomendações para uma boa comunicação empresarial no mundo da gastronomia. Nos próximos posts, outros assuntos... Não deixe de ler e comentar. 



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Puxando a sardinha... (parte 1)


Reflexões sobre o mundo digital e a gastronomia


Que valha a adaptação do ditado no qual inicialmente se dizia "puxar a brasa para a sua sardinha" saído dos cortiços onde se assavam sardinhas na brasa para iluminar o ambiente, a reflexão de hoje é sobre o papel do marketing digital e de conteúdo para a Gastronomia. 




Então, por que a expressão? Porque ao tratar desse assunto, vou puxar a sardinha para o meu lado ou a brasa para minha sardinha... já que esse o meu negócio!

Escrevi esse material para a disciplina de Comunicação Empresarial do prof. Rodrigo Stolfi, no fim de 2014 e agora compartilho no Blog com alterações pouco significativas. 




Mídias digitais, marketing de conteúdo e Gastrô...



 A Gastronomia está na moda! Por toda parte há provas disso. 
O assunto está na conversa das pessoas. Todo mundo fala de comida, conhece um chef ou alguém que abriu uma lojinha especializada em algum tipo de refeição ou serviço especializado de alimentação.

Desde os grandes mercados, que dedicam aos produtos gourmet mais espaço e vitrines, até as inumeráveis iniciativas privadas de profissionais que tentam entrar nesse mundo por meio de seus food trucks, pequenos empórios, buffets para servir em casa (cuja equipe quando é grande tem duas pessoas: o chef e um ajudante),  brigaderias, paleterias, temakerias, e  toda sorte de outras “rias” que, quando colocadas no fim do nome de cada comida  tem o poder de transformá-la em sinônimo de um negócio gastronômico.

Seja para o bem ou para mal, isso é assunto em todo tipo de mídia. 

Os jornais têm espaços, alguns até cadernos semanais, cada vez mais voltados à gastronomia; os canais de televisão estão repletos de programas que vão das atrações com receitas simples para a dona de casa às mais acirradas competições culinárias com vultosos prêmios para os participantes; há um número sem fim de páginas em periódicos que surgem dedicadas ao assunto e também as revistas especializadas do mais alto nível sobre gastronomia nas bancas e para assinantes.  No entanto, mais do que tudo isso, a Gastronomia é hoje é um produto perfeito para os meios digitais.

Se há alguma dúvida, basta acessar um mecanismo de busca na internet e procurar um dos jargões do meio.  Expressões como gourmet, chef, harmonização, guarnição, sommelier, mise en place e outros tantas estão presentes num infindável número de conteúdos digitais, seja em blogs ou canais de vídeo, em  newsletters ou sites de formatos cada vez mais criativos.  O celular se tornou uma ferramenta que garante ao internauta acessar os conteúdos de seu interesse em qualquer lugar e a qualquer hora, o que o tornou seu uso massivo. Isso faz com que a cada dia surjam  mais aplicativos que oferecem maneiras atrativas para que o usuário se conecte. Como conteúdo, a gastronomia está no alto dessa onda. Há aplicativos de receitas, de vinhos e cervejas, de restaurantes, de entrega de comida, de compras de produtos para cozinha e muito mais.

Planos de Comunicação

Há alguns anos, até bem recentes, criar uma estratégia de comunicação para determinado produto, personagem ou negócio, incluía itens elementares como:

- divulgação em mídia “mãe” (publicidades e espaços em revistas como Veja e Época e na programação da rede Globo);

- propaganda e publicidade (TV, jornais, revistas, outdoors);

- assessoria de imprensa: releases (institucional e dos produtos) e relacionamento com jornalistas;

- participação em eventos e em programas de TV; e

- publicação de artigos. 

Não era mais que isso. Haja trabalho, diriam alguns, não há dúvida!

Já hoje... as exigências são outras. Algumas até bem mais fáceis e baratas, outras, nem tanto. 

Só não dá para pensar em  estratégia de comunicação que não considere internet e mídias digitais.

Apenas a título de exploração desse conteúdo, vamos refletir sobre  uma pequena empresa de catering (serviço de alimentação) do tipo buffet gastronômico para atender pequenos eventos, desde festas familiares até fornecimento de refeições especiais esporádicas para empresas. Se preferir, podemos também tratar de um restaurante.

  • Como montar um plano de comunicação voltado ao mercado para divulgação de uma empresa dessa natureza?
  • Quais os elementos-chave a serem considerados para uma boa companha de comunicação empresarial?


.... (continua)

Na próxima parte do texto, abordo o os itens básicos de um plano de comunicação para a pequena empresa de catering ou o restaurante. Talvez isso clareie algumas ideias tanto para  quem é do meio como para quem não é. Só na semana que vem.  Os próximos posts tratam de outros assuntos. 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Suco verde

Há alguns meses, resolvi diminuir o volume de leite que eu tomava todos os dias. 
Desde a época da faculdade lá em Bauru (olha que isso faz tempo) eu me tornei uma versão humana de um bezerro. Tomava leite com tanta frequência que chegava a consumir mais de um litro num só dia.  Nunca gostei do sabor do leite integral, mas desnatado era comigo mesma. 

Coincidência ou não, desde que reduzi o consumo de leite, notei que fui melhorando de algumas dores no corpo, em especial, nas costas.  A decisão de parar nada teve a ver com isso, mas o resultado foi concomitante, de modo que achei por bem, manter a ideia. 

O que me fez querer diminuir foi uma sensação de peso no estômago todas as vezes que tomava leite e uma azia constante, que me deixava bem desconfortável. Demorei pra notar que era isso que causava, assim como também me causa esse desconforto tomar refrigerante. Mas, às vezes, escorrego no vício do bezerro e da coca light (odeio coca zero! não sei por que raios inventaram essa coisa horrível!). 

Seria preciso substituir devidamente o leite por um suco, especialmente de manhã. Só que eu também não assimilo bem tomar suco de laranja. Foi assim que optei por fazer suco verde. Nada a ver com dieta milagrosa ou algum tipo de expectativa de emagrecimento. Não acredito em emagrecer desse jeito. Acredito em educação alimentar, ou seja, comer direito, a cada três horas, porções pequenas, sem excessos e balanceadas. 




O suco verde vem sendo amplamente enaltecido de uns anos pra cá, inclusive, já ganhou versões em caixinhas e industrializadas a partir de ingredientes orgânicos. Essa é a prova de que há demanda reprimida, o que significa pensar que um grande contingente de pessoas é a fim de tomar suco verde. 

A receita básica que eu usei aqui em casa acaba sendo alterada no dia a dia. Isso porque costumamos aproveitar todos as frutas e verduras que compramos, tentando evitar o desperdício. Portanto, se temos pera e não maçã, usamos o que temos ou o que está mais próximo de se deteriorar. Da mesma forma com as folhas verdes. 

Minha preferência é o suco verde feito com água, couve, maçã, suco de limão e mel. Mas de vez em quando couve vira rúcula, alface ou espinafre, limão é substituído por laranja ou manga verde, o mel deixa de ser usado, no lugar da maçã combina cenoura e beterraba, mas às vezes a troca é por carambola... Uma salada mista! 

Outra coisa que é bem indicada no suco verde é a chia, uma semente com excelentes nutrientes. Essa, sim, dizem que ajuda a perder peso, porque ajuda na aceleração do metabolismo para eliminação de gorduras. 

Combinar frutas, verduras, legumes e sementes é uma delícia. Não é preciso ter grandes conhecimentos, só aquela sabedoria que já vem com a gente e que vai melhorando conforme nos arriscamos a experimentar. 

Como costumo dar receitas, segue uma básica para você, quando for à quitanda, saber o que pode comprar que não tem erro. Só que tem que fazer e beber imediatamente. 

Suco verde

Ingredientes





2 folhas de couve manteiga sem os talos mais grossos
1/2 maçã do tipo Fuji com a casca
1 colher (chá) de mel
1/2 limão espremido
1 colher (chá) rasa de chia
200 ml de água filtrada gelada

Modo de fazer
Bata tudo no liquidificador. Coe, se preferir,  e tome em seguida. 

Esse da foto, eu acabei de fazer, E já tomei! 





Sobre os benefícios do suco verde, encontrei informações diversas, principalmente que é desintoxicante (detox), mas teve uma matéria que me chamou mais atenção. Por isso, segue o link para quem quiser e gostar da ideia. Tem inclusive receitas e tal. 

Sobre o suco verde