quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Resumo do mês - Setembro de 2015


Para quem perdeu alguns posts de setembro, essa é a chance de rever tudo, tudinho... 

Sempre um agradinho para aqueles que não puderam ler antes. É bom retomar. Sempre é tempo de ser feliz, afinal!  Estamos vivos e é primavera! 


Setembro teve eclipse lunar, teve uma alta vertiginosa do dólar, muito blablablá sobre a crise e, pra mim, é um mês de aniversários. Muitas pessoas do meu convívio são virginianas. Mas tem também quem eu gosto muito e apaga velinhas no fim do mês de setembro. De 25 de agosto a 12 de outubro, são mais de 30 aniversários de gente próxima... quer tempo mais festivo? 



Hospitalidade e Gastronomia



Como ainda estou construindo o Lá em casa pra jantar, um projeto de hospitalidade e gastronomia, este mês me dediquei muito a isso. Alguns dos posts tem a ver, portanto, com o evento que rolou no último sábado, 26/09. 




E os posts que mencionavam a primeira edição, em agosto:

















Teve Crítica de Gastronomia 





  • Restaurante Taioba em Camburi, do chef Eudes

  • E Crítica ao entretenimento baseado em Gastronomia: 






    Nas excelentes relações de parceria que o Blog da Gavioli tem com o Clube dos Vinhos - Vinitude, duas publicações. Uma especialmente escrita por mim para ser publicada no Blog da revista do Clube dos Vinhos, a da terrine de tâmaras e amêndoas (acima) e uma sobre vinhos, claro. 














    Na série para colecionar Cozinha em pílulas de conhecimento: 







    E junto com tudo isso, começamos uma nova parceria do blog com a BodyMag publicando uma receita com grão de bico que contava um pouco de suas melhores propriedades. Mais uma grande satisfação!

    ***

    Escrevo o Blog da Gavioli por amor às palavras, à comida, ao bom da vida e, obviamente, aos leitores. Faço dessa minha tarefa quase diária um grande prazer e uma experiência de cuidados com a informação, com as boas intenções e, mais que tudo com as pessoas. Acredito em relações honestas e de genuíno afeto. Cansada de viver e ver tanto desrespeito nas relações entre representantes de empresas e organizações diante de gente que busca um lugar ao sol no mundo do trabalho formal, acabei escrevendo um texto bastante triste e um pouco revoltado. Ele também foi publicado em setembro: 

    As relações de trabalho num país de escravos


    Se você curte o blog, compartilhe experiências aqui e divulgue. Recomende pros amigos, compartilhe os posts no Linkedin, Facebook,  Twitter e no Pinterest. As fotos, no Instagram. 

    Um enorme abraço! Bom início de fim de ano! O último trimestre chegou, outubro começa amanhã.



    Clau Gavioli

    segunda-feira, 28 de setembro de 2015

    As relações de trabalho num país de escravos


    Há tempos penso muito sobre como são as relações de trabalho no Brasil. Quem tem emprego segura a cadeira com garras fincadas, como se não houvesse amanhã. Até que um dia, a cadeira leva um pontapé bem dado, as unhas se quebram e a cadeira é chacoalhada para que, em breve, outro empregado, mais barato e mais sujeito a aceitar uma relação de escravidão se sente. Ainda que a cadeira esteja quebrada, é bom dizer, aquele que se sentar nela deve se sentir agradecido, apesar de humilhado, desde que lhe seja pago um salário ao final do mês. 
    Com todo respeito aos profissionais que trabalham nas áreas de RH, o que se vive nas empresas e organizações é bem diferente do que se prega ou do que esses profissionais tão bem intencionados almejam. 
    Nesse sentido, a cultura da crise constante e do "diálogo" em que um só fala e outro obedece são pontos a favor de quem contrata. Achatar os salários e vilipendiar os direitos do futuro contratado é garantido pelo status quo que lhe será oferecido de estar empregado. Ele deve ficar muito feliz por isso,  claro, porque o país está em crise. 
    Já dizia Gonzaguinha quando eu ainda era criança há mais de 30 anos: "um homem se humilha, se matam seus sonhos. Seu sonho é sua vida e vida é trabalho. E sem o seu trabalho um homem não tem honra e sem a sua honra se morre, se mata".  
    Só que num país de relações escravocratas como o nosso, trabalho é confundido com emprego e emprego com escravidão, dependência, falta de opção. Por isso, as pessoas se sujeitam às maiores violações como horários e períodos absurdos de trabalho sem horas-extras (sob pretextos de cargos de confiança e de chefia, como gerências ou contratações de livre provimento), humilhações de toda ordem e o tal do assédio moral é muito maior do que o que se alardeia por aí. 
    Ultimamente virou moda achar que as pessoas têm que trabalhar de graça ou não ter vida própria, tudo em função do trabalho. São inúmeros os exemplos disso. Trabalhar é bom, mas será que o mundo precisa mesmo de tanta gente empregada desse jeito, digo, nesse molde? 
    Tomemos a questão do telefone celular. Ele já foi a um "prêmio" para que o empregado estivesse a disposição. De prêmio em prêmio, a gente ganha mais trabalho por trabalhar bem. Dispensa-se um outro e quem fez um bom trabalho fará o que antes cabia a duas pessoas, três ou mais. Mas, voltando ao exemplo do celular da empresa. Hoje, a empresa ou o órgão para o qual se trabalha (dependendo do lugar pode ser diferente, claro) acaba induzindo o empregado a colocar o seu telefone celular pessoal à disposição. Eu vivi isso, ninguém me contou. Quem pagava a conta? Eu, é lógico! 
    Cheguei a comprar uma cadeira e mandei entregar onde eu trabalhava para me sentar num dos empregos que tive porque foram tantas as vezes que pedi para que a minha quebrada fosse trocada  que desisti. Resolvi ser feliz e cuidar da minha coluna, já que eu permanecia sentada a maior parte do tempo para realizar o meu serviço.  
    Num bom mundo, eu pensava, quando nos dirigíssemos a uma entrevista de emprego, especialmente quando com quem fôssemos conversar era um presidente ou diretor de empresa, deveríamos ter a expectativa de que ambos estivéssemos nos conhecendo. Os dois lados tenderiam a encontrar os pontos positivos de cada parte envolvida para que o relacionamento se tornasse duradouro e eficaz. Uma relação ganha-ganha.  Mas não é assim que acontece. O mundo não é bom.
    O comportamento esperado pelo empregador é que o pretendente à vaga ofereça todos os seus melhores préstimos, apresente as suas mais altas patentes, comporte-se dentro do padrão estipulado (que ele deve adivinhar qual é ou ler nos manuais de RH), nunca pergunte nada, nem qual é o cargo, nem o salário (porque parece que isso não se discute). Ao contrário, aceite o que lhe foi informado e, mais que isso, se sinta agradecido por ter sido recebido.  Dificilmente, muito dificilmente mesmo, ele receberá algum tipo de retorno, caso não seja a pessoa escolhida pela empresa. 
    Oras, isso não é o século 21, é? Sim. é. 
    Eu trabalho muito, todos os dias. Desde que deixei de ter um emprego formal recebi várias propostas de emprego, algumas para desempenhar a mesma função no mesmo lugar em que eu já trabalhava para ganhar menos da metade do que ganhava. Em outros, e foram pelo menos três, para trabalhar completamente de graça. Sem receber um só centavo. Parece absurdo? Mas, veja quanta vantagem eu teria: eu estaria pondo o meu nome à vista e dizendo ao mercado que trabalhava naquela organização. "Afinal, você não está fazendo nada mesmo..." Quem fez, sabe que fez, nunca vou precisar dar nome aos bois. E quando fez, acreditava e sentia que me estava fazendo um favor.  Isso é que é realmente triste: as pessoas acreditam que devem agir assim e pronto.  
    Nunca alguém que me entrevistou me perguntou se eu achava que ia gostar de atuar ali, se me via feliz naquele ambiente ou se estava confortável naquela "roupa de firma" que vestia para fazer entrevista.  E olha, eu já tive um guarda-roupa repleto de ternos e roupas sociais de trabalho. 
    Tudo é um jogo de grandes mentiras bem contadas. O jogo não permite cabelos sem tintura, unhas por fazer, roupas meio baratas. Risada de verdade, nem pensar. Algum tipo de afetuosidade, muito menos. A sinergia é uma grande encenação. Que pena! Podíamos todos ser mais felizes.  Por que não mudamos? 
    Eu penso num mundo mais justo. Minha atitude pessoal está de acordo com os meus valores e é voltada para isso. Eu gosto muito de trabalhar. Gosto de gente, de conversar, de me doar ao que faço de corpo e alma. Sou totalmente hands on, seja qual for o trabalho a ser feito. Só que gosto também da minha casa, de ficar com o meu marido, um pouco de ópera, de cinema,  de cozinhar, de planejar férias e de fazer nada. No meu tempo, mando eu. Isso porque, uma vez assumidas as minhas responsabilidades, ninguém precisará cobrar nada de mim. Eu as cumprirei com rigor e disciplina e muita humildade. 
    Um dia eu estava no trabalho, esforçando-me muito para atender da melhor forma o meu interlocutor que insistia em gritar comigo. E ele, que tinha costas muito quentes,  se saiu com aquela conhecida e rude ameaça do outro lado da linha:
    - A senhora sabe com quem está falando?
    Ao que respondi prontamente.
    - Acho que você (era uma pessoa da minha idade) está em vantagem porque eu não faço a menor ideia de quem você é, embora você pareça saber bem quem eu sou.
    Nem preciso contar que essa pessoa me perseguiu por muito tempo.  Fez da minha vida um inferno. Mas em vez de culpá-lo eu penso que, de fato, eu é que deixei que ele fizesse porque queria ter um emprego. Mas um dia a gente muda, cria coragem e muda. 
    Como há muito tempo já cantava o Lulu Santos: "eu vejo um novo começo de era, de gente fina, elegante e sincera com habilidade para dizer mais sim do que não". Para isso é preciso um pouco mais de amor e consciência, é preciso mais respeito e consideração com o outro. É preciso empatia, ou seja, se por no lugar do outro. Abrir o coração.  É preciso sinceridade e honestidade (de verdade) nas relações de trabalho.  
    As relações de trabalho num país de escravos é a que cultivamos todos os dias em ambientes bem doentes de empresas e organizações tão doentes quanto. Quem faz isso com a gente? A gente mesmo. 
    O ser humano é um bicho que precisa mudar pra melhor, mas ainda há de dar tempo. 

    Sopa fria de pepino com hortelã


    Tem feito dias de muito calor, não? Eu quase morro com essa temperatura que beira ao que penso ser a do inferno. Nos dias que não tem vento parece que eu vou sufocar. Ao menos tem chovido um pouco, o que dá algum alívio. 

    Mas para aliviar de verdade e refrescar de uma forma muito saudável, consumir sucos e alimentos frescos é sempre uma pedida inteligente. 

    No sábado passado, recebemos dez pessoas Lá em casa para jantar.  Como primeira entrada foi servida uma sopa fria feita com pepino, iogurte e hortelã.  Para quem acompanha o blog e já sabe que sou muito ligada em subverter a ordem comum dos quentes e frios, não há nada estranho. Já para quem lê pela primeira vez uma sopa servida gelada pode soar um pouco ousado. Fato é que funciona muito bem. Além de que, neste caso específico, abre o apetite. 

    Essa foi a intenção de servi-la no sábado. A propósito, para quem não conhece e está estranhando, Lá em casa pra jantar (veja menu da segunda edição) é um projeto de hospitalidade e gastronomia que começamos a fazer esse ano. Funciona assim: criamos um menu com entradas, saladas, pratos principais e sobremesas e divulgamos com uma data específica (o próximo está previsto para 17/10). As pessoas fazem as reservas e no dia marcado nos encontramos para jantar aquela comida que foi divulgada, harmonizada com bebida, boa conversa e uma ambiente acolhedor. 


    A sopa de iogurte foi servida em pequenos copos decorados com uma fatiazinha de pepino na borda e uma folhinha de hortelã. Para os dias quentes é uma ótima opção para um coquetel, por exemplo. Tente fazer, o sabor é muito diferente. Tem que experimentar. Fácil, fácil, fácil de executar. 

    Vamos à receita. 


    Sopa de pepino com hortelã e iogurte



    Ingredientes

    • 1 pepino picado
    • 1 cebola pequena picada
    • 1 colher (sopa) de azeite
    • 2 1/2 xícaras (chá) de caldo de legumes ou de frango
    • 1 limão (casca ralada e suco)
    • 1 ramo de hortelã picado
    • 1/2 xícara (chá) de iogurte natural desnatado
    • Sal e pimenta 
    • Folhas de hortelã

    Modo de fazer

    Refogue a cebola no azeite até ficar macia e trasparente. Junte o pepino picado, o caldo, o limão e as raspas da casca e a hortelã. Assim que levantar fervura, baixe o fogo e deixe cozinhar com a panela semi tampada por 20 minutos. Desligue o fogo, deixe esfriar um pouco e em seguida bata no liquidificador juntando o iogurte. Espere esfriar para servir, temperada com sal e pimenta e enfeitada com pepino e hortelã ou com uma rodelinha de limão. 





    ***
    Hoje é um dia muito especial. Não só porque é aniversário da Euzi, do Jorge, da Clarice e do Virgílio, que me são pessoas muito caras. É também especial porque estamos vivos, cheios de possibilidades de melhorar o que está à nossa volta. Nossa atitude é muito decisiva para o bem ou para o mal diante dos fatos. Cabe a cada um tomar consciência do seu papel, do seu pedaço, seja com o outro ou consigo mesmo, o que é ainda mais importante. Olhar o mundo com amor é uma decisão, plantar sementes com carinho, com afeto e, principalmente, com respeito pela diferença faz toda diferença. Pense! Não é só tolerância, é amor mesmo. 


    Uma ótima semana para quem é de bem e para todos os demais também. 

    Beijos. 


    Leia também: 

    >> Um clássico da Gastronomia - Vichyssoise

    >> Sopinha de feijão (ou caldo de feijão)

    quinta-feira, 24 de setembro de 2015

    Comida mediterrânea: panna cotta, cuscuz marroquino, arroz doce e outros



    Ando com saudade de escrever no blog. Já tem uma semana que não consigo me dedicar tantos são os afazeres dos últimos dias. 



    Antes de tudo, quero contar que, ontem, estive rapidamente (eu não poderia deixar de prestigiar)  na noite de autógrafos do querido amigo Weber Fonseca. Acaba de sair do forno, digo da gráfica, o livro LGBTFOBIA. Uma obra necessária em tempos de tanta intolerância como os que vivemos. Parabéns ao Weber pela coragem e pelo resultado do trabalho. Já devorei várias histórias e são tristes porque são reais. 

    Nos últimos dias, ando preparando a segunda edição do Lá em casa pra jantar. Esse que é um projeto pessoal de hospitalidade e gastronomia é a minha dedicação quase exclusiva no momento. Entre a preparação do menu e a realização do jantar muitas tarefas ocorrem. Entre elas, os preparos dos pratos para que sejam aprimorados, fotografados e divulgados. 

    Nessa segunda vez, optei por um cardápio baseado em comida mediterrânea. Os ingredientes predominantes são azeite, azeitona, pepino, tomate, iogurte, cebolas, nozes e temperos bem característicos, que usam várias hortaliças como manjericão, tomilho e hortelã. 

    Na segunda-feira, testei três dos pratos que serão servidos no próximo sábado: uma entrada, um dos pratos principais e uma das sobremesas. 

    A entrada feita é uma abóbora assada com cebolas caramelizadas, mel, nozes e queijo azul (que pode ser gorgonzola, roquefort ou outro blue). 



     Para o teste do prato principal da segunda-feira, fiz o porco com molho de iogurte (do tipo frango korma, um prato de origem indiana bem conhecido), legumes no papelote e cuscuz marroquino. 

    E a sobremesa foi a panna cotta. 

    Ontem, já foi um dia de compras e depois de mais aprimoramento de preparos. Fiz a sopa fria (e até levei pra minha sogra e meu sogro provarem) e o risoto ou arroz doce com especiarias. O arroz doce também já teve receita no blog, então, tem link no final da página.



    Dia desses escrevo as demais receitas por aqui, claro, apesar de algumas já terem sido publicadas. Logo no fim desse texto é possível encontrar os links. 

    Prometo contar tudo, tudo, tudo sobre o segundo jantar do Lá em casa, nos próximos dias. Agora vou à feira. 

    Abraços calorosos e primaveris a todos! Aos de bem e aos demais também. 




    >>> Conheça o projeto Lá em casa pra jantar

    terça-feira, 22 de setembro de 2015

    quinta-feira, 17 de setembro de 2015

    BodyMag

    BodyMag é sinônimo de parceria do Blog da Gavioli. A cada quinzena uma nova receita com dica de saúde na revista eletrônica.

    Para os leitores do Blog, mais um canal para acessar conteúdos de boa qualidade.

    Entre e confira!




    quarta-feira, 16 de setembro de 2015

    come-se: Uma semana com a chef Mari Hirata à beira do fogão...

    Adorei!



    come-se: Uma semana com a chef Mari Hirata à beira do fogão...: Foto :  Andreas Heiniger As coisas vão acontecendo num ritmo muito maior que o tempo que me sobra para postá-las no blog. Mas pelo menos...

    Masterchef: como jogar uma marca e um produto na lama

    Foi, para dizer o mínimo, vergonhosa a final do Masterchef Brasil 2015. 

    Para quem acompanhou o programa e de alguma maneira se envolveu, embora sabendo que era entretenimento pago por publicidade, foi uma chute na canela daqueles mais doídos. 

    Não pelos cozinheiros, nem pelos apresentadores e juízes dos pratos. De certo, eles foram dirigidos e seguiram à risca o que lhes foi imposto por contrato. 

    Mas a Band, que teve nas mãos um produto com a audiência que alcançou o Masterchef nessa segunda edição, ter aprontado para o telespectador o que aprontou ontem foi vexaminoso. 

    Eu dormi! E falei com várias outras pessoas que também dormiram. Também pra que ficar sendo feito de palhaço? O resultado já havia sido ventilado antes de o programa começar e o que foi apresentado ontem foi chato e  desonesto com o público. 

    O quê? Preta Gil, Milton Neves, Rosana Hermann e mais umas quatro personagens bizarras da Band num estúdio patrocinado pela TIM no pior estilo fim de Big Brother enrolando o público por mais de três horas... Sinceramente, Preta... desnecessário! 

    Eu me senti aviltada e enganada. Lamento que gente como Paola Carosella, Henrique Fogaça, Eric Jacquin e Ana Paula Padrão tenham se submetido a tamanha presepada. Para se meter numa dessas só mesmo ganhando muito dinheiro.

    Li hoje de manhã que quem ganhou foi a carioca Izabel, coisa que já me tinha sido dita anteriormente e, eu, a tolinha, não queria acreditar... Tolinha mesmo porque já trabalhei em TV e sei como é, mas a gente sempre acredita que haverá algum tipo de consideração. 

    Assisti meio aos trancos e barrancos até quando os concorrentes apresentaram os pratos. Digo aos trancos porque eu precisei lutar bravamente contra o sono desde que a "prévia"começou. 

    Pobre Raul... não venceu e ainda teve que passar por essa. Bom, mas agora ele será garoto propaganda também. A cara é boa, o jeito é divertido... Tem futuro na publicidade, agora do outro lado, já que ele deixou de ser publicitário para ser cozinheiro. 

    Sem gastar mais vela para santo tão ruim, essa foi uma tacada de mestre. De Master! A marca Masterchef foi jogada na lama ontem com pompa e circunstância. 

    Patrocinadores: suas exigências (se é que foram suas) acabaram com o programa e com a boa imagem de seus produtos. Ao menos para gente como eu.  Pegou mal mesmo! 

    Talvez eu assista novamente a disputa numa próxima temporada porque eu gosto desse tipo de programa, Mas ver uma final como essa, nunca mais! 

    Lamentável!!!!! Que coisa feia.

    sábado, 12 de setembro de 2015

    Restaurante Taioba em Camburi, do chef Eudes


    Salve, simpatia! 

    O chef Eudes Assis é amigo da Nicia, irmã do Silas. Por isso e por ter provado sua comida em outras ocasiões ela nos sugeriu o restaurante Taioba para o almoço no domingo passado.

    Taioba é uma folha verde grande e forte, comestível, típica de áreas tropicais. Tem um gosto que lembra o do espinafre, mas mais suave. Há algum tempo, vivia no prato dos brasileiros, em especial dos mineiros. Agora anda quase esquecida, não fosse o resgate de seu uso nos preparos feitos por alguns cozinheiros mais cuidadosos com os produtos regionais.


    Essa verdura dá nome ao restaurante do chef Eudes e é o ingrediente de uma iguaria interessante que ele serve por lá como entrada: o bolinho de taioba.



    O domingo estava chuvoso e nosso passeio pelo litoral paulista no feriado de 7 de Setembro incluía uma visita à casa da Nícia, em Boiçucanga. Como o Sertão de Camburi é muito perto, fomos conhecer o Taioba. 

    O restaurante é simples, mas bem bonitinho. Na decoração que é alegre por causa das cores usadas houve o cuidado de se usar madeira em vez de plástico e o chão lembra ladrilho hidráulico o que dá um tom de modernidade aconchegante. Mas não chega a ser sofisticado. Acho que nem é essa a proposta. 

    Por sinal, o que ficou bem evidente para mim no Taioba é que ali há uma valorização do mundo caiçara: tanto na comida quanto no tratamento dado aos clientes, assim como em outros elementos. 

    Só pra dar uma ideia de onde me veio essa sensação, havia na área de espera do restaurante um painel bem grande pintado por uma artista local desses que a gente coloca só o rosto por trás para fazer fotos engraçadas e levar de lembrança. Isso deve ter um nome, mas eu não sei qual é.  A paisagem ali pintada é de gente se divertindo na praia, claro. No canto direito do painel, olhando de frente, numa referência a uma foto famosa da Nícia, uma homenagem ao homem pescador que vive do mar e cuida da rede de pesca com cuidado e carinho.  

    Com isso, dá para perceber que há uma comunhão de valores de quatro artistas de áreas muito distintas: o chef de cozinha, a artista plástica, a fotógrafa e o pescador. Cada um no seu ofício, mas valorizando, respeitando e dando espaço aos demais. 

    Chef Eudes Assis e a fotógrafa Nicia Guerriero


    Soube pela Nícia que o chef Eudes tem uma história de envolvimento com as questões sociais dessa região de São Sebastião. Ele dá aulas de gastronomia para crianças no Projeto Buscapé, uma associação sem fins lucrativos de Boiçucanga. A ideia dele é ensinar, como já aprendeu um dia e em casa com a mãe (ele tem 11 irmãos), como usar os ingredientes regionais e valorizá-los.  

    Nesse mesmo projeto, é dele a curadoria do Arraial Gastronômico. Ele já levou pesos pesados da Gastronomia, como Alex Atala,  para cozinhar por lá.

    Em relação à comida do Taioba, a proposta é interessante uma vez que valoriza os ingredientes caiçaras, em especial a folha já mencionada e os peixes. 

    Eu comi um bobó de camarão servido com arroz e castanha do Pará. Não foi o melhor bobó da minha vida, mas eu repetiria se não fosse pura gulodice já que o tamanho do prato é adequado para matar a fome. Não se trata de uma porção arrebatadoramente grande, é o que eu chamo de suficiente. 

    Provei do prato do Silas um pouco do peixe que, embora frito, estava bem sequinho e suculento. 







    Boa surpresa foi a sobremesa: um sagu feito com leite de coco, com manga e castanhas. A combinação ficou perfeita, muito saboroso mesmo! 


    Tivemos o privilégio do bate-papo com o chef Eudes, já que ficamos bastante tempo por lá, conversando e quando nos demos conta já nem tinha mais gente no resto do salão. Ele então teve tempo de deixar a cozinha e vir nos fazer companhia. Por isso, chegamos a comentar com ele que a espera pelo cardápio foi além do que esperávamos quando já estávamos sentados à mesa. 

    Aí, juntou a simplicidade e o jeito amável com a experiência de bem receber do caiçara mais aquela adquirida em anos de gastronomia em restaurantes sofisticados. Generosamente, talvez para reparar a falha inicial ou só por carinho mesmo, o amigo Eudes nos presentou com tortinhas de palmito e camarão (que são servidas de entrada) para levarmos o bom sabor do restaurante pra casa.

    Desde sempre penso muito nas trajetórias que conduzem profissionais ao sucesso, seja isso lá o que for para cada um. Algo que me parece comum a todos é o objetivo claro, ou seja,  saber o que quer, sem deixar de ter respeito às raízes. Ao chef Eudes, isso não falta. O caminho ele vem trilhando. Parece que vem dando certo! 

    Se for ao litoral Norte, acho que vale a pena conferir. 



    Fotos: Nicia Guerriero


    Serviço

    Taioba Gastronomia -  Rua Tijucas, 55, Camburi, São Sebastião - SP
    12 3865-2846 - reservas: taiobabrasil@gmail.com

    quarta-feira, 9 de setembro de 2015

    Lá em casa pra jantar: Segunda edição - 26/09

    Divulgação do menu. Vai ficar de fora?



    Lá em casa pra jantar: Segunda edição - 26/09: Menu mediterrâneo Entradas: Abóbora assada com cebolas caramelizadas, nozes e queijo azul Sopa fria de iogurte com pepino S...

    sábado, 5 de setembro de 2015

    Acessórios para vinhos e suas funcionalidades

    Participação Especial: Clube dos Vinhos 


    O universo dos vinhos é encantador. Terroirs, uvas, harmonizações e, por que não, acessórios. A bebida proporciona uma verdadeira viagem aos seus amantes! Hoje, iremos mostrar alguns acessórios e suas funcionalidades para tornar a sua experiência com vinhos ainda mais interessante!

    Os acessórios podem ser úteis para carregar vinhos, como bolsas térmicas ou mochilas e até mesmo cestas ou abridores mais modernos. Além disso, alguns desses utensílios também podem auxiliar para uma melhor degustação e aproveitamento da bebida :

    Decanter

    Dependendo do vinho que se vai beber, a utilização do decanter (ou decantador) é requisitada para separar sedimentos do líquido e  oxigenar a bebida, fazendo com que a mesma “respire” e permitindo assim a saída de aromas presentes na garrafa, o que  facilita o paladar na hora da degustação.

    Bombas de extração de ar (vácuo)

    Como esse acessório conseguimos extrair todo o ar da garrafa já aberta e preservar suas propriedades por muito mais tempo.Também possui a capacidade de extrair o oxigênio do vinho, assim que a garrafa é aberta. O uso da bomba pode conceder  uma “sobrevida” de 48 horas ao vinho, fazendo-o render bem mais.

    Adega climatizada

    Muito importante no papel de conservar o vinho, essas adegas climatizadas são uma verdadeira mão na roda para evitar que o vinho azede ou estrague por conta da incidência da luminosidade no local onde estiverem.

    Termômetro

    Um dos requisitos para degustar um vinho é ele estar em temperatura ambiente e, assim, a temperatura não interferir no sabor do vinho. Com a ajuda do termômetro é possível verificar se a temperatura está ideal para consumir a bebida naquele momento ou não.

    Kit de Aromas

    Estes acessórios entram mais para a categoria de “enfeites” do que indispensáveis pra se apreciar o vinho. São ótimos para reconhecer as frutas originárias de cada país onde foram os vinhos foram produzidos. Podem ser um pouco caros, mas vale a diversão!

    Abridores

    São enormes as variedades de abridores, que vão dos mais tradicionais aos mais modernos. Estes sim são mais do que necessários para abrir a garrafa com segurança e delicadeza, preservando a bebida.


    Bolsa de vinho

    As bolsas são ótimas para transportar o vinho com segurança para alguma ocasião, seja uma festa ou uma viagem. As térmicas são melhores ainda, pois contribuem para conservar e preservar o vinho.

    Corta-gotas

    Este utensílio serve para evitar, quando o vinho for aberto, que gotas respinguem e sujem a toalha de mesa em alguma ocasião especial, além de evitar que os respingos corram pela garrafa, sujando-a.


    Este conteúdo foi oferecido por Clube dos Vinhos, um clube de assinatura de vinhos, no qual você recebe mensalmente vinhos com terrois autênticos de pequenas vinícolas ao redor do mundo! 

    ***


    Sobre a autoria do texto: 
    Clube dos Vinhos -  Você se associa e tem vantagens especiais. Uma delas é receber todos os meses uma seleção de garrafas de vinhos escolhidos por quem entende do assunto. Para quem é apaixonado por vinho, a cada mês uma boa surpresa. Para quem está aprendendo, uma grande oportunidade de fazê-lo a partir da melhor degustação. 

    Serviço: 
    Vinitude - Clube dos Vinhos - www.clubedosvinhos.com.br
    Telefones: em São Paulo, 11 3522-8085 / no Rio de Janeiro,  21 2235 3968.


    >>> Leia também posts relacionados: 

    sexta-feira, 4 de setembro de 2015

    Lá em casa pra jantar: Momento chef de cuisine

    Lá em casa pra jantar: Momento chef de cuisine: Por Clau Gavioli



    Foi incrível! Pra mim, foi incrível, mesmo!! É muito prazeroso receber os amigos em casa e poder cozinhar com cuidado, ...



    publicado em 25/08/2015.

    quinta-feira, 3 de setembro de 2015

    Terrine de tâmaras e amêndoas

    Especial para revista Vinitude - Clube dos Vinhos


    Veja o link.

    Essa terrine de chocolate é fruto de uma experiência e vários testes para conseguir uma sobremesa surpreendente para ser servida no primeira edição do Lá em casa pra jantar.

    A ideia de fazer um doce usando uma forma de bolo inglês e chamá-lo de terrine se deveu, especialmente, ao seu formato e ao modo de preparo em camadas. 

    Terrine é um prato comum na mesa dos franceses, em geral salgado. Tem esse nome porque vem de "terroir"  que quer dizer terra ou barro, que era o material usado para confeccionar a vasilha ou o recipiente onde se montava o preparo. Quase sempre os ingredientes de uma terrine são moídos e é muito comum (quando não é usado um único ingrediente) que sejam sobrepostos em camadas com cores diferentes umas das outras. Normalmente, são servidas como entrada ou pratos únicos acompanhadas de salada ou pão.

    Deixando os purismos de lado, não estranhe se encontrar a expressão terrine para definir um patê ou uma mousse, por exemplo, de salame, fígado ou de vegetais como berinjelas e abobrinhas. Alguns bolos e tortas entremeados de camadas com textura de mousse também acabam recebendo esse nome. No entanto, só serão terrines se tiverem um formato característico.

    Em lojas de comidas prontas e artesanais como as rotisseries e delicatessens ou, até mesmo, nos supermercados como Santa Luzia e Pão de Açúcar, em que há uma área dedicada a esses produtos, as terrines ficam expostas na vitrine. Isso é bastante comum nos países europeus e nos Estados Unidos (vi muito em Nova York). Quando se anda nas ruas, há vitrines dessas comidas. O fato de os preparos serem montados em camadas, quase sempre coloridas, chama atenção dos que passam. É mesmo bonito de ver e apetitoso, em especial, dependendo da hora do passeio. 

    Como essa receita é doce, o acompanhamento sugerido é um coulis de frutas ou uma calda um pouco ácida. 

    Ao final da receita, faço sugestões também para variação os que precisam comer com pouco açúcar ou sem lactose. 

    Terrine de chocolate, tâmaras e amêndoas





    Ingredientes

    1ª. Camada

    150 gramas de batata doce cozida
    8 tâmaras secas sem o caroço
    1 colher de chocolate em pó (não pode ser achocolatado)
    2 colheres (sopa) de  açúcar cristal ou demerara
    2 colheres (sopa) de farinha de amêndoa

    2ª. Camada

    150 gramas de bolo de chocolate frio e esfarelado
    30 mil de licor (Baileys)

    3ª. Camada

    90 gramas de chocolate meio amargo (de preferência  70% cacau)
    3 colheres (sopa) de creme de leite fresco

    Modo de fazer

    Cozinhe a batata doce na água com a casca até ficar tenra (cerca de 2 minutos na panela de pressão). Escorra e retire a pele. Leve a batata descascada e todos os demais ingredientes ao processador de alimentos até que se tornem uma massa homogênea e lisa.
    Forre o fundo e as laterais de uma forma de bolo inglês alta com papel filme.
    Coloque a camada de massa do fundo da forma esticando-a bem nas laterais e nos cantos. Cubra com mais uma camada de papel filme e alise completamente a massa. Se for preciso, coloque grãos de feijão cru sobre o filme e leve à geladeira por meia hora.
    Enquanto isso, esfarele o bolo. Em seguida, umedeça o farelo  com o licor.
    Retire os feijões e o filme plástico e faça uma segunda camada da terrine com o bolo umedecido. Aperte bem para que fique com uma superfície lisa.
    Numa panela em banho-maria  derreta o chocolate e aos poucos acrescente o creme de leite para fazer uma massa de ganache.  Faça imediatamente a terceira camada esticando a ganache sobre o bolo embebido.  Deixe a superfície o mais lisa que puder.
    Deixe esfriar um pouco e feche a forma com filme plástico.
    Leve à geladeira por, no mínimo 3 horas.
    Desenforme e corte em fatias médias para servir  em porções individuais.


    Algumas dicas, variações e observações sobre esse doce:

    1. Na massa feita para primeira camada pode ser usado xerém de amendoim ou castanhas em lugar da farinha de amêndoa. O sabor muda um pouco, mas a textura seja a mesma. Vai então depender do paladar  de cada um fazer essa troca.
    2. O bolo de chocolate deve estar frio  para ser esfarelado porque, do contrário, fica mais difícil de esfarelar. Mas, se tiver pressa, nada impede de fazer com o bolo quente.
    3. Para umedecer o bolo pode ser usado um vinho fortificado ou do porto, um licor de laranja (Countreau) ou mesmo uísque.  Sempre com parcimônia para não ficar um gosto muito pronunciado.
    4. Se quiser, resfrie o bolo no freezer.  Mas não deixe por mais do que uma hora. 
    5.  Para cortar pedaços lisinhos como aqueles de revista, use uma faca afiada, sem serra e molhada a cada corte.
    6. Se preferir, sirva com um coulis de frutas cítricas como as vermelhas: morangos, amoras ou  mirtilos.  
    7. Use folhinhas de hortelã para decorar a sobremesa ao servir em pratos individuais.  
    8. Essa sobremesa não é crocante. Para obter essa textura, decore com lascas de amêndoas torradas e açúcar de confeiteiro. 
    9. Outra possibilidade é servi-la juntamente com um pão de ló de amêndoas, além da geleia ou coulis de frutas.  




    Essa terrine pode e deve ser acompanhada de um bom vinho do porto. Os contrastes de sabor e texturas são memoráveis. 

    Opção sem uso de açúcar
    - Massa da primeira camada: não coloque açúcar e troque o chocolate por cacau em pó.
    - Segunda camada - faça uma redução de frutas com laranja para umedecer o bolo, que pode ser preparado com adoçante em vez de açúcar
    - Ganache - use chocolate amargo. 

    Opção sem lactose

    - A massa da primeira camada permanece a mesma.
    - No bolo não vai leite, somente água fervente. Use um licor que não tenha lactose.
    - Ganache - use somente o chocolate derretido, para dar brilho pode usar margarina vegetal ou creme de leite de soja. 


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    quarta-feira, 2 de setembro de 2015

    Masterchef Brasil: cadê os garotos-propaganda?


    Que aconteceu com o intervalo comercial do Masterchef ontem? 



    Por que os garotos-propaganda Paola Carosella, Henrique Fogaça e Eric Jacquin sumiram? Teriam eles sido abduzidos?  Por que saíram de cena? Será que pegou mal? 


    Foto: portalodia.com

    Como telespectadora, a mim, ontem, me pareceu mais honesta a edição do Masterchef e nisso incluo os longos, quase intermináveis, intervalos para comerciais. 

    Num deles, eu não fiquei na sala, mas nos demais notei que não houve aquela vexaminosa aparição dos três jurados do programa em praticamente todos os produtos dos patrocinadores. 

    Na semana passada, do detergente desengordurante, passando por pimenta, margarina, conjunto de panelas, máquina e cápsula de cafezinho, posto de gasolina e rede de conveniência, sem esquecer, é claro, do supermercado,  tudo tinha a cara de um dos três. 

    Como não são atores, dependendo do produto e da direção artística do comercial,  a situação ia do risível ao deprimente. Que dizer do chef Eric Jacquin como motorista de um food truck? E do brilhante texto e da empolgante interpretação da exuberante Paola Carosella sendo chmada de "nossa dama"  ou se referindo ao chef "bad boy" como "meu tatuado"? 

    No capítulo de ontem, rolou um merchandising lascado, descarado como sempre. A prova do bife à Wellington levava um corte de filé mignon e os jurados e apresentadores da prova tiveram que reverenciar o patrocinador Carrefour, elogiando o acompanhamento do processo usado para que a carne chegue até o consumidor. Nada demais, no entanto. Eles até pareciam com o que se pode chamar de "embaixadores da marca" neste caso. 

    No entanto, não teve chazinho para ela e café forte para eles antes do anúncio da eliminação. Ou será que fui eu quem abstraí essa parte? 

    De toda sorte, o programa vem tirando o sossego dos responsáveis nas demais emissoras de TV aberta com suas pífias atrações no mesmo horário. Ontem, a novela da Globo se estendeu um bocado para um segundo capítulo. Além disso, na Band, em breve e com muito  apetite de público vem o Masterchef Kids.  

    Na semana passada, Henrique Fogaça deixou com água na boca muita gente que nunca esteve em um de seus restaurantes: o Sal e Cão véio. Ontem, foi a vez do restaurante Arturito ser elevado ao nível do Fasano. 

    Eu continuo vendo. Terças à noite já são reservadas para a atração, mesmo sabendo disso tudo e mais, como todo mundo, sei também quem são os finalistas da segunda edição. Por sinal, uma falha grave e desrespeitosa da emissora ter deixado essa informação vazar.  Sem graça, né? 

    Vamos ver o  que vem mais...