quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Mais do que máquinas


O meu dia de hoje me fez lembrar um trecho que, quando criança quase adolescente, lia todos os dias logo que me levantava da cama. Eu tinha um quadrinho na parede do quarto com uma foto de Charles Chaplin e um trecho do  O Último Discurso, do filme O Grande Ditador. 

O quadrinho foi um presente da minha amiga Maria Fernanda Bruni Daldon. E o trecho que nele estava escrito está em destaque.  

Pensando bem, acho que isso ajudou a moldar o meu caráter.  Charles Chaplin foi mal interpretado em sua sátira, mas suas palavras merecem ser lidas de vez em quando. 


Desculpe!
Não é esse o meu ofício.
Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja.
Gostaria de ajudar - se possível -
judeus, o gentio ... negros ... brancos.

Todos nós desejamos ajudar uns aos outros.
Os seres humanos são assim.
Desejamos viver para a felicidade do próximo -
não para o seu infortúnio.
Por que havemos de odiar ou desprezar uns aos outros?
Neste mundo há espaço para todos.
A terra, que é boa e rica,
pode prover todas as nossas necessidades.

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma do homem ...
 levantou no mundo as muralhas do ódio ...
e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela.
A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. 
Mais do que máquinas, precisamos de humanidade.
Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura.
Sem essas duas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

A aviação e o rádio aproximaram-se muito mais. A próxima natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem ... um apelo à fraternidade universal ... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhões de pessoas pelo mundo afora ... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas ... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes.
Aos que me podem ouvir eu digo: "Não desespereis!" A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia ... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. 
Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo.
E assim, enquanto morrem os homens,
a liberdade nunca perecerá.

Soldados! Não vos entregueis a esses brutais ... que vos desprezam ... que vos escravizam ... que arregimentam as vossas vidas ... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como um gado humano e que vos utilizam como carne para canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar ... os que não se fazem amar e os inumanos.

Soldados! Não batalheis pela escravidão! lutai pela liberdade!
No décimo sétimo capítulo de São Lucas é escrito que o Reino de Deus está dentro do homem - não de um só homem ou um grupo de homens, mas dos homens todos! Estás em vós!
Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas.
O poder de criar felicidade!
Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela ...
de fazê-la uma aventura maravilhosa.
Portanto - em nome da democracia - usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo ...
um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho,
que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.

É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós.
Soldados, em nome da democracia, unamo-nos.

Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontres, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo - um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergues os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança.
Ergue os olhos, Hannah!
Ergue os olhos!

****

Para quem quiser conhecer, publiquei hoje esse texto no LinkedIn: Como a tecnologia depende da honestidade 

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Arroz de bacalhau

Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

(trecho do poema Presságio de Fernando Pessoa, poeta português)



No domingo passado acordei determinada e cheia de vontade de comer bacalhau. Deve ter sido porque no dia anterior eu tive a companhia do meu querido amigo Márcio Fonseca com quem conversei bastante sobre Portugal e um dos principais focos da conversa é a comida. Naquela terra, a dos nossos colonizadores, se come mesmo muito, muito, muito bem!  Como disse ao meu amigo, eu voltaria para lá ontem, se pudesse, só para degustar novamente tantas delícias que vão à mesa dos lusitanos com fartura, digo, sem miséria nos tamanhos das porções. 


Não tenho dúvida de que a memória do sabor é muito forte em mim assim como o cheiro que é o grande aliado do paladar.  Por isso, talvez, eu tenha escolhido preparar para mim mesma um arroz de bacalhau. Note que não estou falando de um risoto (como até poderia ser chamado), me refiro a arroz feito na panela com algum molho de tomate para ficar vermelhinho cujo ingrediente chave é o bacalhau. Risoto leva outro tipo de arroz e os ingredientes diferem também. 

Minha mãe faz e minha avó fazia um arroz com frango na panela. Pra mim, não há melhor prato entre os que a minha mãe prepara. Ela não gosta muito porque o arroz fica grudado, meio "unidos venceremos", mas eu simplesmente adoro. Quando gruda no fundo da panela e ao raspar saem aqueles pedacinhos meio queimados, ai, que coisa deliciosa! Taí, outro dia fiquei pensando e acho que agora, ao escrever, descobri que esse é o prato que eu mais gosto na vasto cardápio da dona Neuza. O tempero é bom, tem cara de comida de mãe, dá pra comer mais quando sobra e fica ainda mais gostoso requentado. Enfim, a perfeição! 

Mas tudo isso é porque eu, no domingo, queria sentir o sabor de Portugal e o aconchego da casa da minha mãe. Eu estava sozinha e pensei que talvez fosse um abuso cozinhar tudo isso só pra mim. Mas foi então que veio um raio iluminador e eu decidi fazer sim, porque eu mereço! Os sozinhos de plantão têm que aprender o quão importante eles são para si mesmos e nunca deixar de fazer algo que querem de verdade só porque estão sós. Às vezes, os solitários se esquecem, de modo que é bom lembrar. 

Eu morei sozinha por vários anos. Minha casa sempre foi festiva com muita gente vindo passar temporadas, muita comemoração, comida e bebida, mas, posso dizer com muita clareza o que é viver só. Muitos foram os finais de semana em que eu não disse uma só palavra que não fosse pra mim mesma ou para agradecer o troco do supermercado ou da padaria. Parece que não, mas a solidão é uma presença na vida de muita gente.  Ela pode ser ruim ou boa, tudo depende de como a gente se trata. 

Atualmente, tenho o Silas que é meu grande companheiro. Não me sinto só e adoro estar com ele, principalmente porque sabemos nos manter como indivíduos. Ele está viajando e eu morrendo de saudade. Solidão é outra coisa. Quem nunca viveu só, pode imaginar, mas não sabe ao certo o que é isso, nem a dor, nem a delícia. 

Depois de tanta derivação, vamos ao preparo do prato que me deixou muito contente com o resultado. 



Arroz de bacalhau

Rendimento: 4 porções


Ingredientes

1 colher (sopa) de óleo de girassol
1 cebola média picada em brunoise
1 dente de alho amassado
250 gramas de bacalhau dessalgado, aferventado e desfiado
3 colheres (sopa) de molho de tomate (ou um tomate pelado picado)
1 1/2 xícara (chá) de arroz tipo 1 
3 xícaras de água fria
1 colher (chá) de sal
pimenta do reino o quanto baste
1 pimenta dedo de moça
1 ovo 
cheiro verde (salsa e cebolinha) picado para decorar
azeite extravirgem 


Modo de fazer


Numa panela alta, refogue em óleo a cebola e o alho. Em seguida, junte o bacalhau. Deixe pegar o tempero por uns 3 minutos e então acrescente o tomate e o arroz cru. Ponha o sal e mexa tudo muito bem. Deixe refogar até que esteja pegando o fundo da panela. Só nesse momento, despeje toda a água, baixe o fogo e mexa para acertar os ingredientes na panela.  Espere a água secar com a panela semi-tampada.  


Quando o arroz estive seco, estará pronto e soltinho. Não é essa a textura desse preparo. 

Por isso, desligue o fogo e quebre o ovo sobre o arroz que, ainda bem quente deve ser misturado ao ovo. Isso dará liga. Tampe a panela por 3 minutos.  Ao abrir, polvilhe a pimenta do reino. 
Sirva em porções individuais com pequenos pedaços da pimenta dedo de moça sem as sementes e o polvilhado com o cheiro verde.  Regue com azeite para realçar o sabor. 

Dica de harmonização - Que tal uma taça de cabernet sauvignon para acompanhar? 


Esse arroz tem gosto de comida de casa. Não há nele nenhum ingrediente que não seja familiar. No entanto, há uma sofisticação no paladar graças à textura que o arroz adquire com o ovo mexido. Fica muito interessante e é transformador o ovo no preparo. Sem ele, não é comida com sabor de vó! 

Faça para quem você ama. Faça pra você. Bom apetite! 





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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Piquenique - Uma festa ao ar livre


Revista Bem Mulher, edição de janeiro de 2016


Na coluna Gastronomia e Hospitalidade o assunto é juntar os amigos para um piquenique. 

Boa notícia: mais uma edição da revista Bem Mulher  chegou às bancas e ao site. Os assinantes já podem ler tudo, tudinho que essa publicação deliciosa traz nessa sétima edição.

Além de falar sobre como organizar esse encontro tão charmoso, a coluna traz uma lista de itens que são indispensáveis no planejamento do piquenique, ideias de cardápio e a receita de um bolo de chocolate super fácil de fazer, que não tem erro!

Compre a revista na banca ou faça assinatura pelo site. Os conteúdos são deliciosos. Tenho o maior orgulho da coluna Gastronomia e Hospitalidade que aborda assuntos sobre como receber bem, criar conforto e entretenimento para os seus convidados e, claro, comidinhas saborosas. Mas a revista trata de outros assuntos muito sérios das nossas vidas: saúde, beleza, alimentação, exercícios, comportamento. Vale a pena. É informação de qualidade. 

Para os leitores do blog, o conteúdo (da coluna) segue na íntegra. Espero que curtam e compartilhem. 




(Leia matéria na íntegra)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

David Bowie se foi

Acordei em São Paulo hoje. 

São Paulo hoje está cinza. 

David Bowie morreu. Notei que o mundo hoje está cinza. 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Frango colorido


E assim 2016 vai dando suas caras na minha vida...


Primeira sexta-feira útil do ano e aquela vontade de só curtir sem preocupação já que pra muita gente é período de férias, então tanto faz se é sexta ou segunda. 

Bateu a preguiça de cozinhar, mas os efeitos "maléficos" daqueles abusinhos das festas natalinas e de Reveillon não estão sendo nada discretos. Eles se expõem até quando você vai calçar uma sandália do tipo rasteirinha e vê que os seus pés estão um pouco inchados, afinal, comidas salgadas ou muito temperadas e bebida alcoólica têm esse efeito. 


Sem dramas e sem se render chorosamente aos apelos do "corpitcho de revista" para vestir um mini-micro biquininho, já que a gente é gente normal, o que importa é cuidar de si.  É com essa cabeça que nos lembramos que a saúde e o bem estar passam bem perto, digo, andam abraçadinhos com a nossa alimentação e com o nosso jeito de comer.  

Hoje acordei e me lembrei que ontem havia tirado um peito de frango do freezer e posto na geladeira para descongelar. Ah! Pronto! Que beleza! O meu almoço começou a se desenhar logo nesse momento. 

Fácil de fazer, sem nenhuma exigência de conhecimentos gastronômicos, o frango colorido que fiz hoje é um preparo útil para quem quer voltar a comer coisas leves, saborosas e nutritivas, sem muito condimento e sem exagerar no sal.  





Frango colorido



Ingredientes


1 colher (sopa) de óleo de girassol
1/2 peito de frango desossado
1/2 pimentão amarelo 
1/2 pimentão verde
1 cebola média
1 tomate
1/2 talo de salsão
Temperos: alho, sal e pimenta do reino.

Modo de fazer: Corte todos os ingredientes em cubos médios. Leve uma panela ao fogo e de uma só vez coloque todos os ingredientes para cozinhar. Quando começar a estalar, ponha o fio de óleo e os temperos. Mexa com cuidado.  Está pronto quando o frango estiver dourado por fora e branquinho por dentro. Sirva imediatamente ou deixe esfriar e sirva frio com salada. 

Dica: Se quiser que os legumes fiquem al dente, aqueça a panela e leve primeiro ao fogo o frango. Deixe-o dourar e em seguida junte os demais ingredientes. O resto da preparação é o mesmo.

A minha receita ficou com a textura dos legumes que a minha mãe gosta, ou seja, bem cozidos, até um pouco moles. Eu prefiro mais crocantes, mas, ainda assim ficou muito bom.

Eu me servi desse frango colorido com salada de alface, agrião, cenoura e beterraba.  Como não gosto dos talinhos do agrião, cortei-os antes de por no prato e com eles fiz um suco juntando caldo de limão, água e uma colherinha de leite em pó. Bom!!!! Um gosto super diferente. 

Facilite sua vida se quer comer bem

Aproveitando a fase de modificação do metabolismo pós-festas, as saladas que nunca deixaram a minha mesa, estão agora funcionando como estrelas das refeições. Para isso, ralei cenoura e beterraba e já deixei lavadas e bem secas e acondicionadas várias folhas verdes na geladeira: alface crespa e mimosa, rúcula e agrião. Além disso, tratei de ter um triguilho já hidratado e espremido também disponível para o consumo. 

Eu não gosto de salada sem gosto. Por isso, acho legal ter alcachofra, palmito, azeitona, queijo cotage ou ricota temperada e frutas frescas e secas, bem como castanhas, sempre em casa. Um pouquinho só desses um desses itens realça o sabor e transforma aquela salada de alface, tomate, cebola em algo bem mais atrativo. 

Alguns desses ingredientes, como as castanhas, são funcionais, isto é, têm valor nutritivo e previnem o corpo para que não adquira determinadas doenças. Então, por que não usá-los? 

É preciso ter cuidado com o uso exagerado de conservas. Eu citei o palmito, a alcachofra e as alcaparras e azeitonas. Para esses, é preciso atenção. Usar mesmo só um pouquinho. 

O jeito de comer faz toda a diferença também: mastigar bem, visualizar e cheirar o que está no prato e não comer sempre em frente à televisão sem dar atenção ao que se come são alguns hábitos que ajudam ao metabolismo. 

No início do ano  (dos outros anos), quase sempre, estava viajando ou preparando uma viagem ou, em anos idos, estava envolvida com muito trabalho nalguma das empresas que atuei. Este está sendo bem diferente de tudo.  

O Silas está viajando e eu, que estou sozinha em casa, vou cuidando de várias coisas que, por preguiça ou procrastinação,  deixei de fazer no ano passado. Sem pressa e sem perguntas o trabalho rende que é uma beleza. Já lavei três das seis cortinhas que tenho na sala de casa. Trabalho pesado esse de lavar cortinas, mas a máquina de lavar me ajuda um bocado. Difícil é estender no varal. Depois quero ver como farei para colocá-las nos trilhos novamente. Vou ter que pedir ajuda aos universitários... 

Como escrevi, ando sem pressa. Estou marcando médico, dentista, massagista, fazendo exames de laboratório que já devia ter feito há tempos, providenciando documentos para matrícula nos cursos que pretendo fazer e outras providências. Não são muitas porque a minha vida é bem arrumada, sou prática e não preciso imprescindivelmente de nada. No meio do dia, vou à piscina, pesquiso receitas, faço cursos on line, escrevo, ligo para alguns amigos... E assim 2016 vai dando suas caras na minha vida. Sem correria, sei que decisões surgirão a seu tempo. 

Só para comentar: hoje faz 6 anos que o Silas e eu começamos a namorar. Até hoje o amor só aumentou. 

Bom fim de semana! 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Harmonizando Receitas Seleção Janeiro 2016

Primeira edição de 2016

Especial para a revista Vinitude Clube dos Vinhos 






Frango Assado Recheado


Para harmonizar: Kleinkloof Mountain Red

Ao ouvir “frango assado” a primeira imagem que nos vêm é a de uma bela televisão de cachorro, com várias aves girando em espetos e aquela fila no domingo em frente à padaria, certo? Mas essas não são as características que qualificam o nosso frango assado. Esse preparo foi uma das melhores aulas de aves que tive no curso de Gastronomia, porque valoriza ingredientes simples e os transforma num apetitoso prato totalmente diferente do que vemos todos os dias. 
Primeiro porque a ave é completamente desossada, não restando um só pedacinho de cartilagem para contar história. (continua)

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Carne de Panela com Batatas Rústicas


Para harmonizar: Kleinkloof Pinotage

Essa é uma daquelas receitas práticas, fáceis e que não exigem grandes conhecimentos culinários, mas que fazem um sucesso enorme porque o sabor é pra lá de gostoso. Eu costumo fazer com frequência, seja para servir em pedaços (como a da ilustração) ou como carne desfiada. Essa última exigirá mais tempo na panela de pressão e ficará com molho mais espesso. O preparo é simples. (continua)




Sobre as receitas:


Todos os meses, pesquiso receitas para harmonizar com a seleção de rótulos oferecida aos assinantes do Clube dos Vinhos - Vinitude.   Se você ainda não conhece esse conceito trata-se de um clube de assinatura de vinhos


Clube dos Vinhos -  Você se associa e tem vantagens especiais. Uma delas é receber todos os meses uma seleção de garrafas de vinhos escolhidos por quem entende do assunto. Para quem é apaixonado por vinho, a cada mês uma boa surpresa. Para quem está aprendendo, uma grande oportunidade de fazê-lo a partir da melhor degustação. 

Serviço:
Vinitude - Clube dos Vinhos - www.clubedosvinhos.com.br
Telefones: em São Paulo, 11 3522-8085 / no Rio de Janeiro,  21 2235 3968.


>>> Leia também posts dos meses passados com  outras receitas especialmente feitas para o Clube dos Vinhos: