quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Todo ano a mesma coisa


Lá em casa! 


Como prometido há alguns dias, a coluna Lá em casa de dezembro traz um pouco de gastronomia para as festas de fim de ano. Aproveite esse tempo que é corrido mas também cheio de reflexões. Pense o que está bom e o que pode melhorar na sua vida. Vem aí um ano novinho em folha pra gente recomeçar!!!

Só não deixe de curtir a Revista Regional,   que está cheia de ideias criativas para o fim do ano. 

Ah! E que tal fazer uma doação para alguma instituição que necessita para contribuir de coração no período do Natal? Na edição de dezembro tem uma lista para escolher quem você vai ajudar. Aproveite a chance e crie um novo hábito! 



Felizes dias de festa neste 2017 que logo acaba! 



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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Simplicidade


Lá em casa! 


Sabe que nem vi o mês de novembro passar? Foram tantas atividades e viagens que não consegui nem postar essa delícia de edição da Revista RegionalMas o que é bom é também atemporal, então, ainda dá tempo de ler a edição de novembro. Nos próximos dias, posto o artigo da revista de dezembro. Combinado?  

 coluna Lá em casa de novembro fala do que é simples. A ideia é tornar a vida mais feliz. Isso também é hospitalidade!  

Leia a coluna e aproveite a revista toda, que está com a cara e a cor do Brasil. 

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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Duas Ritas para falar de comida



Quase sem tempo porque essa semana tive uma tremenda dor de dente que me atrapalhou os planos, quero só registrar minha ida ao evento DMA, Dia Mundial da Alimentação, ontem, 26/10 (ainda está ocorrendo hoje), na Faculdade de Saúde Pública (FSP) de São Paulo em Pinheiros. A data comemorativa é 16 de outubro. 

Participei somente durante a manhã, quando duas Ritas tiveram papeis protagonistas. 


Primeiro, houve um bate-papo mediado pela jornalista Thássia Alves no qual participaram a Rita Lobo, do Panelinha, e o professor Carlos Monteiro, da FSP.  Em seguida, houve uma apresentação musical e, lá pelas onze, Ana Rita Suassuna puxou uma conversa sobre os sabores sertanejos



Guia Alimentar para a População Brasileira



Rita Lobo
vem sendo a grande "embaixadora" da ideia de comer comida de verdade aqui no Brasil e o professor Monteiro é o coordenador dos estudos que levaram à produção do Guia Alimentar para a População Brasileira


Juntos, eles e uma equipe multidisciplinar que conta com jornalistas, médicos, nutricionistas e pesquisadores da saúde, vêm trabalhando para promover a conscientização sobre a importância da culinária e de comer comida mesmo, aquela feita em casa. 


Você conhece o guia? Sabe do que se trata? 




Eu confesso que não conhecia em profundidade, só tinha ouvido a respeito, já que acompanho muita coisa que a Rita Lobo faz. 

Desde ontem, perdi o preconceito que tinha antes porque achava que um guia de alimentação seria muito fechado e cheio de regras castradoras.  Quando li, vi que é o contrário. "É libertador!", parafraseando a própria Rita, especialmente, para os que não tem tanta familiaridade com alimentos, que não é o meu caso.  

No mínimo, essa é uma boa causa para se envolver. Eu acredito em comer comida de verdade. De verdade! Isso muda a vida das pessoas pra melhor. 

Foi Ana Rita Suassuna, pesquisadora de comida sertaneja, quem fechou a manhã. Numa fala tão franca e fluida sobre a cultura alimentar do sertão nordestino ela, literalmente, emocionou o público. 

Sei que isso vale um post inteiro e exclusivo, mas, hoje o tempo é curto. 

Só pra não dizer que não falei das flores, conto um pouco. 

Ela deu uma aula de gastronomia (sem muita pretensão de fazê-lo) sobre significados culturais e sociais embutidos na comida, partindo da narrativa de poesias de repentistas do sertão que mencionam alimentos. Para explicar, se valeu de experiências de sua própria vida, já que ela é nascida e criada no Vale do Pajeú, na região norte do estado de Pernambuco. 

Ana Rita Suassuna  é prima do escritor Ariano. Pois ela terá seu post exclusivo. Promessa! 

Por agora é isso. Não deixe de dar uma olhada no guia de alimentação.  Se puder, leia com atenção, entenda porque e como foi feito. Recomendo muito! Acho que depois que você ler, vai recomendar também. 

Até mais. Bom fim de semana! 

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Fast Food: Qual é a boa?


A coluna Fast Food vem, em cima da hora, com dicas de eventos e atividades que são boas oportunidades para não viver só de pão. 

"A gente não quer só comida", também quer lazer, circo, arte, entretenimento, cinema, cultura em geral! Porque ser humano é ser cultural.  



Amanhã e depois

  • Conversando sobre tradições culinárias

 
Foto: Uol

Para celebrar o Dia Mundial da Alimentação,a FSP (Faculdade de Saúde Pública) realiza evento com debates, shows e palestras nos dias 26 e 27 de outubro, 2017, das 8 às 21 horas. 

Conversando sobre tradições culinárias é o título da apresentação de Ana Rita Suassuna, autora do livro Gastronomia Sertaneja - Receitas que Contam História, de 2010. 
Programação completa, acesse este link.



Serviço: Dia Mundial da Alimentação - Tema: É dever humano mudar o futuro das pessoas, da alimentação e do desenvolvimento. Local: FSP - Av. Doutor Arnaldo, 715 - São Paulo. 26 e 27/outubro/2017, das 8h às 21h Entrada gratuita. 



  • Semana MESA SP


Começa amanhã (26) e vai até domingo (29/out), a Semana Mesa SP.  Este ano, o evento ocorre no Memorial da América Latina e conta, como nos demais, com a presença de chefs-celebridades e profissionais de primeira grandeza no cenário da gastronomia brasileira. O evento cujo tema é Cozinha Tropicalista é pago, mas oferece parte das atividades gratuitamente. Para quem é ligado em gastronomia, tem que dar uma passada por lá, pelo menos para ver como é. Veja a programação completa. 
    ServiçoSemana Mesa SP -  Realização: Mundo Mesa - Prazeres da Mesa. 
    Local: Memorial da América Latina Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda - São Paulo  Ingressos: ver site. De 26 29/out/2017, das 11 às 20h. 
      .


      Agende-se

      • Di Cavalcanti, na Pinacoteca 


      “No subúrbio da modernidade – Di Cavalcanti 120 anos” está em cartaz até 22 de janeiro de 2018, no primeiro andar da Pina Luz.  Estão expostas mais de 200 obras do artista modernista brasileiro, entre pinturas, desenhos e ilustrações. Realizadas ao longo de quase sessenta anos de carreira de Di Cavalcanti, hoje, as peças pertencem a importantes coleções públicas e particulares do Brasil e de outros países da América Latina, como Uruguai e Argentina.

      Serviço:  Exposição Di Cavalcanti 120 anos - Pinacoteca do Estado de São Paulo - Pina Luz - Local: Praça da Luz, 02 – Tel. 11 3324-1000 De quarta a segunda, das 10 às 17h30. Ingressos: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Grátis aos sábados. Estacionamento grátis. Tem bicicletário.

      • Instituto Moreira Salles - The Clock


      Cena de The Clock, do site do IMS em São Paulo
      Quando surge algo realmente interessante tem que ir! A instalação The Clock, do artista Christian Marclay no Instituto Moreira Salles, em São Paulo é imperdível. 
      Para quem ainda não ouviu falar, o artista selecionou e montou 24 horas de imagens em movimento de filmes e séries feitas para cinema e TV de todo o mundo que se passam em tempo real ao nosso. Se você entrar na sala de projeção ao meio-dia, na tela estará ocorrendo uma ação em um trecho qualquer de filme nesse mesmo horário. É fantástico. Recomendo. 

      Serviço:  IMS - Avenida Paulista,2424
      Horário de visitação: de terça a domingo e feriados, das 10h às 20h; quintas, das 10h às 22h. 


      ****

      Aproveite as dicas da coluna Fast Food.  Se tiver sugestões, envie pra cá, queremos publicar. 

      sexta-feira, 6 de outubro de 2017

      Para casar: Gastronomia e Hospitalidade

      Lá em casa! 


      Para quem nos acompanha aqui pelo blog ou lendo as colunas da Revista Regional, já nem é novidade. Vamos continuar com o assunto casamento.

       coluna Lá em casa de outubro traz princípios básicos de hospitalidade que, para quem quer casar com festa, não podem ser esquecidos. 


      Leia a coluna, mas não deixe de dar aquela olhada na revista porque vale a pena. Como todos os meses, uma celebridade na capa. Em outubro: Regina Duarte, uma grande estrela brasileira.

      Se preferir, leia o texto na íntegra aqui no blog mesmo. Compartilhe, deixe seus comentários. Um blog vive de quem o lê e compartilhe opiniões. 


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      Leia aqui o texto na íntegra: 

      sexta-feira, 29 de setembro de 2017

      Hospitalidade e Gastronomia de Pirenópolis em Goiás


      Revista Bem Mulher, edição número 11



      Esta semana saiu edição 11 da revista Bem Mulher. Em Gastronomia & Hospitalidade, coluna que assino, desvendo a joia do Goiás para quem ainda não a conhece: Pirenópolis, uma cidade encantadora de gente muito hospitaleira. 

      tags: PirenópolisGoiásgastronomia do cerradobacalhau da Bibba,  #revistabemmulher 



      Pirenópolis - Uma joia no centro do Brasil





      (Se preferir, leia aqui matéria na íntegra) 

      quinta-feira, 28 de setembro de 2017

      quarta-feira, 27 de setembro de 2017

      Fast Food: ideias do que fazer


      Em tempos de censura e radicalismos morais a coluna Fast Food traz dicas de atrações que fazem refletir sobre o papel da cultura na sociedade! 



      Só até domingo

      • Toulouse-Lautrec em Vermelho no Masp 


      Obra: O divã  - Imagem: site do Masp
      Em fins do século 19, Toulouse-Lautrec revolucionou com sua arte o design gráfico criando cartazes publicitários de restaurantes, bares e cabarés - uma forte representação do que mais tarde ficou conhecida como Art Nouveau. 
      A mais ampla exposição dedicada ao artista francês no Brasil conta com 75 obras e 50 documentos. Toulouse-Lautrec em vermelho está no Masp até o próximo domingo, 1 de outubro. 


      ServiçoToulouse-Lautrec em Vermelho - Masp - Av. Paulista, 1578. De terça a domingo, das 10h às 18h / quinta-feira: das 10h às 20h. 
      Ingressos: R$30 e R$ 15  (meia-entrada) 



      • Homenagem aos 90 anos de Ariano Suassuna 




      Suassuna - O Auto do Reino do Sol  está em cartaz no Sesc Vila Mariana também até o próximo domingo (1/out). Com canções de Beto Lemos, Alfredo Del Penho e Chico César, o espetáculo é encenado pela companhia Barca dos Corações Partidos dirigido por Luís Carlos Vasconcellos e texto de Braulio Tavares. 
        Serviço: Suassuna - o Auto do Reino do Sol
        Sesc Vila Mariana - rua Pelotas, 141 - Ingressos: R$ 12 (comerciário), R$ 40 (inteira). Sexta: 15 e 21h, sábado: 21h e domingo: 18h.



          Agende-se

          • Experimenta - Comida, Saúde e Cultura

          Em outubro, todas as unidades do Sesc terão atividades voltadas à conscientização do que se come e  como se come. Vivências, intervenções, workshops, debates, aulas. Vale a pena conferir toda a programação no site para se agendar. 

          Vale o destaque: Às quartas-feiras à tarde, durante todo mês de outubro, na unidade do Sesc Ipiranga, das 14h às 16 horas, haverá bate-papos sobre a formação da cozinha brasileira. No dia 11/10, a professora Maria Henriqueta Gimenes Minasse, a Marie da Universidade Anhembi Morumbi, estará lá falando sobre A Formação da Sociedade Brasileira sob o Olhar da Alimentação. 




          • Instituto Moreira Salles 


          Foi inaugurada para convidados ilustres no dia 19/setembro a sede paulista do Instituto Moreira Salles. Para a população em geral, as portas  estão abertas desde o dia 24. Vale conferir a programação. A acervo é especialmente voltado à fotografia e à música. 
          Não deixe de assistir ao discurso feito na abertura por João Moreira Salles. Uma aula de lucidez, história e língua portuguesa. 
          A propósito, já que falamos aqui de gastronomia, nesse local está o restaurante Balaio, de Rodrigo Oliveira, o dono do Mocotó

          Serviço:  IMS - Avenida Paulista,2424
          Horário de visitação: de terça a domingo e feriados, das 10h às 20h; quintas, das 10h às 22h. 



          ****

          As dicas da coluna Fast Food são selecionadas a partir de uma leitura de mundo que reflete principalmente o meu interesse pela gastronomia e a cultura. Se tiver dicas, envie pra mim. Será um prazer publicar.  

          sábado, 23 de setembro de 2017

          Festa da comunidade, doces e mais

          Para quem, como eu, cresceu numa cidade pequena e interiorana, dia de santo leva a festa de igreja que tem que ter quermesse. Onde já se viu uma festa de Santa Rita ou do Divino sem barraquinhas de pastel, cachorro quente, churrasco, pescaria, roleta e, claro, doces? 

          Itu agora já não é mais uma cidade "assim tão pequena", mas já foi e nem faz tanto tempo. Embora muita gente tente esquecer,  no fundo não há como não guardar na memróia um senso de comunidade que é proprio de quem teve esse contato desde criança.

          Desde o mês passado, soube pela minha mãe, que é vicentina (faz parte da comunidade de São Vicente de Paulo), que ela seria responsável pela barraca de doces da festa anual que ocorre na Vila Vicentina para angariar fundos para a manutenção dos asilos de idosos que essa comunidade mantém e administra.

          - tags: vila vicentina,doces,comunidade,festa de igreja

          Assim que foi escalada para função, o assunto mudou na casa dela. Todos nós na família começamos a conversar sobre como conseguir recursos, quais tipos de doces seriam vendidos, quem poderia doar o quê e a nossa energia ficou, digamos, mais açucarada... mais docinha!

          Depois de combinações e acertos entre os organizadores da festa, minha mãe tinha na cabeça a linha a ser seguida para fazer sucesso com a barraca de guloseimas. Muitos amigos nossos (alguns bem próximos, outros nem tanto) se prontificaram a contribuir. Houve quem se comprometeu com  sobremesas para serem vendidas em peças inteiras e, outras, para serem porcionadas ou já em unidades de consumo individual.

          Teve quem mandou pudim, manjar, caçarola italiana,  torta, bolo recheado e confeitado, docinhos como brigadeiros e beijinhos, tortinhas, canoles com recheio de coco, arroz doce, suspiro, sonho e, pasmem!, a festa ganhou um freezer cheio de picolés e muitos doces mineiros, daqueles cristalizados e também do tipo doce de leite durinho com coco ou chocolate e amendoim... Hummmm, tudo um acinte ao regime de poucas calorias...  Tudo pra gente pensar se a festa é do santo ou do diabo que engorda a gente só de olhar! 







          A festa começou ontem, dia 22, e vai até amanhã, domingo, 24 de setembro. Ah! Claro que não tem só barraca de doce, tem cachorro quente, pastel, churrasquinho, pizza e, na parte do entretenimento, música para animar, crianças brincando e gente de coração voluntário para trabalhar em prol de uma causa necessária para a sociedade. 

          Já que estudo gastronomia e hospitalidade, minha atenção anda sempre voltada a entender o que motiva tanto as pessoas pra participar de atividades comunitárias como essa da Vila. As festas de comunidades paroquiais dão senso de pertencimento e identidade aos que dela participam. São instrumentos sociais que dão oportunidade aos indivíduos de pertencer a um local,  ou seja, de ser parte e poder contribuir, fazer o seu pedaço ou a diferença, de ver e ser visto, de se reconhecer como membro da comunidade. Não me refiro a vaidade e poder, mas a reconhecimento de si mesmo.

          Sem muita filosofia,  essa relação comunitária faz é muito bem à saúde. Quando a gente participa fica mais forte e se sente presente.  

          Ainda esta semana, numa aula, refletíamos sobre a comunidade e a sociedade: a primeira é boa, inclusiva, empoderadora. A segunda é o que é há de mau, aquilo que a gente critica...  Mas a sociedade só muda pra melhor se a comunidade estiver integrada e der chance para que as mudanças positivas que todos buscam ocorram.  

          Participar não é só doar o tempo e os doces. É também ir até lá desfrutando daquilo que foi preparado para a comunidade. Cada real gasto num docinho é o reconhecimento do trabalho do outro pelo outro ainda. Traduzindo, quando você vai lá e compra uma cocada ou um pedaço de pudim, além de se deliciar e se adoçar, reconhece a importância de quem dou um pouco de si para atender os velhinhos que precisam de auxílio quando estão num asilo. 

          É por aí que a coisa vai, vira um ciclo virtuoso. Então, esse é um convite. Se não tiver programa pra hoje à noite ou amanhã para almoçar, dê uma passada lá na festa da Vila Vicentina. Olhe as pessoas nos olhos, cumprimente, converse, reconheça o seu vizinho que na correria do dia a dia você nem vê. Reconheça-se! Pertença! 

          Essa é a dica.  

          Se for até lá, vai me encontrar vendendo doces e fazendo amigos! 

          Ah! Achei aqui mesmo no Itu.com.br um link com as informações da festa.


          (texto publicado na coluna Gastronomia & Hospitalidade em 23/09/2017 do site Itu.com.br)

          quinta-feira, 7 de setembro de 2017

          Recepção de Casamento ou Bodas

          Gastronomia e Hospitalidade - Lá em casa!


          Na edição deste mês de primavera, vamos falar do que está na moda: casar! 

           coluna Lá em casa da  Revista Regional de setembro aborda as festas de casamento, um evento que junta Gastronomia e Hospitalidade.

          Leia a coluna, mas não deixe de dar aquela olhada na revista porque vale a pena. Na capa a bela da vez: Camila Queiroz.

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          quarta-feira, 6 de setembro de 2017

          Receita de Goulash




          Para quem, como eu, é fã do Clube das Comadres, já está na coluna Gastronomia & Hospitalidade a receita de goulash, um prato muito comum na Hungria que leva páprica, legumes e carnes.  Como viajei pra lá nessas férias, resolvi testar a receita e fazer algumas adequações para o paladar aqui de casa.  

          Não perca a chance de entrar no clube para dar uma olhada nas dicas que vêm com a receita e aproveite para se aventurar numa plataforma cheia de informações que podem ser muito relevantes para o seu dia a dia. 


          É um prazer fazer parte do Clube das Comadres! 



          --- tags: goulash, comida húngara, receita de goulasg, #clubedascomadres


                                                       



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          Leia também: Comfort food






          sexta-feira, 18 de agosto de 2017

          Comida de uma panela só

          #semdesperdicio


          Já contei aqui que adoro comida que não suja muitas panelas? É! Aquele tipo de preparo que basta uma panela e dá pra cozinhar tudo. Ou quase tudo. 

          Também tem certa fixação por não jogar alimentos fora, isto é, descartar alimentos, pra mim, é crime. Acho que a gente tem que se planejar para não desperdiçar nada, especialmente, porque há tantas pessoas que têm tão pouco e é um tremendo absurdo jogar comida no lixo. 

          tags: arroz de forno, comida caseira, aproveitamento de alimento, sem desperdício

          Por isso, de vez em quando eu faço aquela limpa geral na geladeira, na fruteira, na despensa e vou aproveitando os restinhos, os alimentos que estão desparceirados, os que sobraram no fim do pacote e, principalmente, os que estão por vencer. 

          Essa é uma prática que aprendi com a minha mãe e a minha avó, mãe dela. Com um pouco de criatividade os alimentos que sobraram ontem podem ser transformados em boas refeições hoje. 

          Nem sempre o resultado é uma maravilha a ser vangloriada, mas, acredite sabendo juntar alguns itens e usando algumas técnicas, dá certo. Por exemplo, cortar os legumes a serem cozidos conjuntamente em medidas que se assemelhem para terem cozimento por igual é uma técnica. No entanto, se for reaproveitar um ingrediente que já estava pronto num preparo que levará alguns outros ainda não cozidos, somente ao final do cozimento é que os primeiros devem ser adicionados. 

          Transformar o picadinho de carne ou o feijão já cozido em caldo de sopa são práticas absolutamente corriqueiras no meu dia a dia.  E o arroz cozido em massa de pizza? Pra quem não sabe como fazer aqui tem a receita. 

          Entretanto, tem texturas que não se dão bem quando misturadas, há sabores que não conversam entre si. Aí, a soma dos fatores pode resultar numa subtração de sabor ao final.  Contudo, para quem não tem grande familiaridade com as panelas, os temperos e ingredientes, é preciso se arriscar. Só assim dá pra aprender o que combina e o que não. 

          Nesta semana, na segunda, chegaram aqui em casa para ficar por um tempo, o Arthur e a Bruna. Quando a casa tem mais gente, dá aquela boa sensação de família reunida e a vontade de fazer comida de casa aumenta porque a ideia é aconchegar os que estavam longe enquanto estão perto. 

          Por isso, na terça-feira, fiz um arroz de forno com os ingredientes que tinha à mão. Embora tenha sido do esquema que mencionei, ou seja, fazendo a limpa da geladeira e da despensa, deu super certo. 

          Por isso, compartilho a receita. 


          Arroz de forno 






          Ingredientes

          2 colheres (sopa) de azeite 
          1/2 cebola pequena picada 
          1 dente de alho esmagado
          250 gramas de peito de frango sem osso em cubos pequenos
          2 cenouras picadas em cubinhos 
          1/2 abobrinha picada em cubinhos
          3 tomates médios sem pele picados em cubinhos
          1 colher (sopa) de curry
          1 colher (chá) de molho de aji (opcional)
          Sal e pimenta do reino
          2 xícaras (chá) de arroz branco cru
          4 1/2 xícaras (chá) de água
          2 ovos cozidos picados em pedacinhos pequenos (quase esfarelados)
          50 gramas de queijo parmesão ralado


          Modo de fazer

          Leve ao fogo uma panela grande. Quando estiver aquecida, derrame o azeite e acrescente a cebola, o alho e o frango. Deixe refogar. Quando estiver bem corado, junte os cubos de abobrinha, cenoura e tomate, o curry e o molho de aji.  Mexa todos os ingredientes da panela, fazendo os legumes suarem, isto é, até que exalem bastante cheiro pelo ambiente. (Ah! que prazer eu sinto nessa hora do preparo!)
          Então junte o arroz, refogue bem. Tempere com sal e pimenta do reino. Cubra com a água. 
          Baixe o fogo e deixe cozinhar até que o arroz esteja quase pronto, ainda al dente. 
          Retire do fogo, transfira tudo para uma travessa refratária, acrescente os ovos cozidos e leve ao forno pré-aquecido a 200 graus com o queijo parmesão polvilhado em cima.  Mais 10 minutos de forno e pode servir. 

          Dicas: 

          Não cubra o arroz com papel alumínio para ir ao forno. Deixe a parte superior do prato ficar um pouquinho ressecada. Isso tem gosto de comida da avó da gente, não tem?  

          Sirva após uma salada verde de entrada. 

          Regue um fio de azeite e polvilhe um pouco mais de queijo. 

          Se gostar, antes de levar ao forno, polvilhe com farinha de rosca misturada a um pouco de queijo parmesão e bastante cebolinha picada.


          Para acompanhar: Suco de fruta, pode ser uma limonada feita com limão cravo. Além disso, a companhia dos filhos, sobrinhos, marido ou esposa, amigos queridos, da mãe, do pai... de quem quer que seja que lhe faça se sentir bem e com quem goste de compartilhar a mesa.  Afinal, esse é um ritual sagrado! 

          À noite, caso sobre arroz, use-o para uma canja. Vai ficar bem amarelinha, mas, com certeza, deliciosa! 

          Bom fim de semana. 

          ****

          Leia também: 





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          domingo, 13 de agosto de 2017

          Os destaques da margem direita de Bordeaux

          Parceria Viva o Vinho



          Esse é o quinto e último post da nossa série sobre Bordeaux. Já contamos a história da região, falamos sobre a difícil classificação de seus vinhos, as uvas permitidas na sua composição e as regiões da margem esquerda. Hoje, para finalizar, vamos falar sobre a margem direita e a região Entre-Deux-Mers (entre dois mares), além de dar algumas dicas sobre como comprar um vinho de Bordeaux.


          "Cruzar a margem do Gironde é como viajar para outra região"

          Cruzar a margem do Gironde é como viajar para outra região. As comunas à direita em nada lembram as da margem esquerda, com luxuosos châteaux e vinhedos enormes. São mais modestas, menos conhecidas e, além disso, quem domina a região é a Merlot, e não a Cabernet. Na margem direita, o solo é diferente. Além do cascalho, que ali já é menor, há também argila e calcário em diferentes trechos. O clima é mais ameno.
          Na região está Libourne, considerado o centro comercial da margem direita, tanto que os vinhos de Saint-Émilion, Pomerol e Fronsac, por vezes, são chamados de Libournais. Embora englobe várias sub-regiões, os holofotes voltam-se para Saint-Émilion e Pomerol.



          Saint-Émilion


          Saint-Émilion, Bordeaux, França

          Saint-Émilion é a denominação da margem direita que mais produz vinhos, alguns deles feitos em pequenos châteaux e que atingem altíssimos preços. Quanto menor o vinhedo, menos mão de obra necessária, certo? É o que acontece em Saint-Émilion, e por essa razão os vinhos são, em sua maioria, feitos pela própria família dona da propriedade. Um dado curioso sobre a região confirma o fato: para cada três habitantes existe um château.

          Diferente das outras, Saint-Émilion é distribuída em colinas de calcário, as chamadas côtes. Além disso, é a comuna mais medieval de Bordeaux, chegando a lembrar uma fortaleza.

          Os vinhedos são dominados por Merlot e Cabernet Franc. O solo é calcário argiloso, determinando a longevidade dos seus tintos. Uma das características marcantes da região é a variabilidade das safras.

          Os melhores vinhos da denominação saem do Château Cheval Blanc, Château Magdelaine ou Château Ausone.


          Pomerol


          Petrus, Pomerol
          A menor das sub-regiões de Bordeaux é também uma das que mais atraem olhares de seus apreciadores. Mas até o início do século XX, ela passava despercebida. O motivo da reviravolta? Simplesmente por ser a casa de um dos mais prestigiados châteaux do mundo, o Petrus. 

          É lá, portanto, que estão os vinhos mais caros de toda Bordeaux e talvez do mundo.

          Mais de 70% da região é coberta por Merlot e o restante é praticamente exclusivo de Cabernet Franc. Isso porque seu solo resulta da mistura entre argila e calcáreo, perfeito para ambas.

          Nas melhores regiões de Pomerol nascem vinhos aveludados e ricos em notas de ameixa, cacau e violetas. Vinhos que combinam intensidade e elegância. É por essas características que é mais fácil encontrar Bordeaux de Pomerol num restaurante a um vinho de outras sub-regiões. Eles são fáceis de beber e não precisam de tantos anos de guarda para chegarem ao auge.

          Além do Château Petrus, o Pomerol também produz o Le Pin, um “ vin de garage” de produção minúscula e alto preço.


          Fronsac



          Chateau La Riviere, Fronsac, Bordeaux


          Menos conhecidas, Fronsac e Canon-Fronsac também estão na margem direita de Bordeaux e usualmente produziam vinhos cheios de vigor e notas de especiarias. Porém isso vem mudando em favor de tintos mais corpulentos, macios e untuosos, buscando um estilo mais similar aos encontrados nos seus vizinhos mais famosos.

          Alguns produtores de destaque nessas regiões são Château de Carles, Château Fontenil, Château Moulin Pey-Labrie, Château le Trois Croix e Château Villars.


          Outras denominações na margem direita


          Também na margem direita, Côtes de Castillon e Côtes de Francs receberam sua própria AC em 1989 e os vinhos da região, quando bem elaborados, lembram os de Saint-Émilion, menos encorpados.

          Côtes de Bourg está situada ao norte do rio Dordogne e produz tanto vinho quanto Bas-Médoc, assim como sua vizinha imediata Côtes de Blaye, que possui os vinhedos mais ao norte, situados na margem direita. Os melhores vinhos costumam ser redondos, encorpados e mais acessíveis quando jovens. As uvas Merlot e Cabernet Franc predominam na mescla de seus tintos, que lembram, no estilo, aqueles de Fronsac e Saint-Émillion.


          Entre-Deux-Mers


          Entre-Deux-Mers, Bordeaux, França

           Como o próprio nome diz, a região encontra-se entre os rios Dordogne e Garonne. Apesar de ser a maior zona produtora de Bordeaux e também a maior da França, dentre as regiões AOC, é marginalizada, quando comparada às demais denominações de Bordeaux. Nunca seus vinhos foram classificados e a maioria dos tintos, inclusive, não segue as regras da denominação Entre-Deux-Mers, enquadrando-se apenas como Bordeaux ou Bordeaux Superiéur.

          Ali predominam os vinhos brancos secos à base de Sauvignon Blanc e Sémillon, os únicos autorizados a ostentar em seus rótulos a denominação AOC Entre-deux-Mers. São vinhos bons, frescos, florais com um toque picante, para serem bebidos jovens. E por não estagiarem em barrica, ganham leveza e frescor como nenhum outro.


          Como escolher seu vinho



          São tantas as denominações, características e cortes que dá para ficar confuso, não é? Mas agora que você já leu todos os nossos posts sobre Bordeaux, sabe como comprar um vinho da região?

          Ainda é difícil, mesmo para nós, pode ter certeza. Bordeaux é grande e complexo. Mas dá para seguirmos algumas dicas práticas, de acordo com o tipo de vinhos que desejamos. Vamos a elas?


          La Rose de Labérgoce Margaux 2008
          Prefere os encorpados?

          Vá direto para a margem esquerda, onde o solo quente favorece o cultivo da Cabernet Sauvignon. É em Médoc que se concentram os vinhos mais encorpados de Bordeaux, principalmente nas sub-regiões de Saint-Estèphe, Saint-Julien e Pauillac. Os famosos Margaux também são de lá e seguem a mesma linha.

          Quer algo refrescante e fácil de beber (e que não pese no bolso)?

          Quando o que se procura é acidez e frescor, a aposta certa são os vinhos minerais, que descem redondo, como água. Os melhores são os brancos de Pessac-Léognan, cheios de aromas que lembram pedras e o mar. Se prefere um tinto, opte por cortes com Petit Verdot.


          Falando de brancos…

          Algo que não se encontra com facilidade em Bordeaux são bons vinhos brancos. Mas eles existem, e seu lugar é Entre-Deux-Mers. Sauvignon Blanc, Sémillon e Muscadet deixam seus vinhos frescos, vivos e frutados, com bom corpo. Beba-os jovens pois, como a maioria dos vinhos brancos, devem ser consumidos até três anos após o engarrafamento.


          Chateau Lalaurie

          Vinhos complexos para bons conhecedores

          Já experimentou de tudo e não se contenta com pouco. É normal: quanto mais aprendemos sobre vinho, mais queremos aprender. Uma boa aposta é a região da Saint-Émilion. Os melhores vinhos de lá são feitos pelas mãos das próprias famílias em produções pequenas.

          Os vinhos de Saint-Émilion são tão elegantes que o rei Luis XIV os descreveu como “néctar dos deuses”. São vinhos de guarda, que aguentam anos envelhecendo e evoluindo – eles vão perdendo a cor e ganhando aquilo que chamamos de buquê, uma enxurrada de aromas complexos.


          Château du Barry AOC 2012

          Vinhos exóticos? Desconhecidos?

          Para você, vinho bom é aquele que rende boas histórias para contar? Então procure por um autêntico Saint-Macaire, cuja uva homônima está quase em extinção, mas ainda é resguardada por alguns produtores locais. Saint-Foy-Bordeaux também vale a pena conhecer, é uma região pouquíssimo falada de Entre-Deux-Mers (pode ser tinto seco ou de sobremesa).

          E vinho doce, tem?

          Muito! É nas regiões de Sauternes e Barsac que estão os mais apaixonados (e apaixonantes) vinhos de Bordeaux. Sauternes é considerada a melhor região do mundo para vinhos de sobremesa, igualada apenas pelos Tokajis, da Hungria. São vinhos dourados e doces, mas elegantes, bem estruturados e complexos. Vale muito a pena provar.

          Além disso, Entre-Deux-Mers possui boas denominações para vinhos de sobremesa: Loupiac, Saint-Croix-du-Mont e Cadillac. Guarde esses nomes – apesar de mais simples e menos populares, são encantadores e mais em conta (muito mais!).

          Bordeaux para o churrasco?

          Carnes que saem amaciadas pela brasa pedem vinhos mais encorpados. A Cabernet Sauvignon e a margem esquerda são ideais. Mas busque também os vinhos que levam Merlot, cujos toques terrosos combinam muito bem com o assado na brasa. As regiões são as mesmas que mencionamos, vá pela ordem: Saint-Estèphe, Pauillac e Médoc.


          E naquele jantar especial?

          Das duas uma: ou escolhe um vinho jovem, mas no ponto para beber, ou tira aquele que está há anos na adega. Caso não tenha um vinho de guarda, vá para Pomerol. É a terra do Château Petrus (o mais caro e famoso da França), mas também de onde saem Merlots que já nascem prontos para beber – fáceis, aveludados e não precisam de décadas para evoluir. São também mais fáceis de encontrar em restaurantes. Mas lembre-se, é um jantar especial, e se a ideia é brindá-lo com Bordeaux, não será barato!


          Château Charmail Cru Bourgeois Haut-Médoc 2007

          Presentear também é impressionar

          Quer dar um presente para alguém que realmente vai apreciar um incrível vinho de qualidade? O nome Margaux é famoso, não só pelo mundialmente conhecido Château Margaux, mas também pelos outros vinhos da região. Elegância, refinamento, frutas, tostado, café e, às vezes até trufas! Procure por vinhos de 2000, 2002, 2005 e 2009 e veja você mesmo.

          Quer impressionar, mas não pode investir tanto assim? Graves é uma bela opção para tintos e brancos. Os vinhos que levam a denominação Bordeaux Superiéur costumam ser mais baratos, pois suas uvas podem ter sido cultivadas em qualquer sub-região. São mais simples, mas ainda assim uma excelente aposta.


          Robin Saint Denis 2010

          Para esquecer na adega por décadas

          Bordeaux é um dos referenciais no mundo dos vinhos quando o assunto é guarda. Os vinhos das melhores safras podem durar 10, 20, 30… 50 anos! É até difícil de acreditar, mas é verdade. Nesse caso, não dá para apostar em qualquer vinho.

          Aliás, longe disso. Estes vinhos não estão à venda em mercados comuns. Os mais famosos – Châteaux Petrus, Margaux, Lafite-Rothschild, Latour – são encontrados apenas leilões, e custam oito mil, 12 mil, 20 mil reais.

          Ainda não sei do que gosto

          O que fazer? Experimentar! Claro, precisa ir aos poucos. Comece pelos frutados (tintos ou brancos) de Graves, pois são mais leves, e seus sabores agradam a qualquer um. Depois disso, passe para os que levam a uva Merlot, a mais macia de todas, fácil de beber. Depois, parta para os cortes com Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc, os clássicos dos clássicos de Bordeaux.


          Texto escrito por Renata Pacheco Tavares -  Publicado no site vivaovinho.com.br em 06/10/2016.


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          Parceria Blog da Gavioli e Viva o Vinho 



          Em 2016, no segundo semestre, quando fazia aulas de Estudos de Bebidas com o professor Gerson Bonilha, pesquisando sobre vinhos na internet, encontrei um texto excelente redigido pela Renata Pacheco Tavares sobre vinhos de Bourdeaux. Fiquei encantada. 

          Como é comum, uma publicação puxou outra e cheguei ao blog Viva o Vinho, uma produção conjunta da Renata e do Emanuel Alexandre Tavares, marido dela. Desde então, de tempos em tempos, me comunico com a Renata e nunca mais deixei de acompanhar o trabalho deles sobre vinhos.

          Então fizemos uma parceria para publicar aqui no Blog da Gavioli o material que eles produzem. Tenho certeza de que todos os leitores do blog só têm a ganhar devido ao maravilhoso conteúdo que o Viva o vinho publica. 

          Aproveitem!!!