sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Para casar: Gastronomia e Hospitalidade

Lá em casa! 


Para quem nos acompanha aqui pelo blog ou lendo as colunas da Revista Regional, já nem é novidade. Vamos continuar com o assunto casamento.

 coluna Lá em casa de outubro traz princípios básicos de hospitalidade que, para quem quer casar com festa, não podem ser esquecidos. 


Leia a coluna, mas não deixe de dar aquela olhada na revista porque vale a pena. Como todos os meses, uma celebridade na capa. Em outubro: Regina Duarte, uma grande estrela brasileira.

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Leia aqui o texto na íntegra: 




Para casar: Gastronomia e Hospitalidade


Desde que recebemos os convites de um casamento e confirmamos presença, já sabemos o que vem pela frente. Todos queremos ser bem recebidos.

Uma recepção, seja qual for o seu tamanho e formato, terá que casar hospitalidade e gastronomia.  Sem susto! Isso é mais comum do que o nome  que tem.

Recepcionar/ bem receber/ hospedar, isso caracteriza a hospitalidade. Por isso, numa festa de casamento, logo na chegada deve haver pessoas da família ou recepcionistas contratadas que indiquem que lugar ocupar no salão ou no espaço da festa. Se houver mesas marcadas, serão indicadas de acordo com o que foi planejado pelos noivos: mesas de amigos, de parentes, familiares de um mesmo núcleo juntos ou mesmo uma grande mistura para todos confraternizem.  

Alimentar: aqui é que entra a gastronomia. Seja uma recepção simples com bolo e espumante ou um banquete, a comida a ser servida deve ser  cuidadosamente escolhida para garantir que gregos e troianos possam desfrutar com prazer. Por exemplo: num menu de casamento é preciso prever que há quem não come carne, para isso, pode ser previsto um risoto ou uma massa.  Para os carnívoros, um steak a poivre perfeitamente preparado. Dos finger foods servidos à mesa, às ilhas de antepastos, entradas e saladas, ao menu quente e às sobremesas, assim como a mesa de doces e bem-casados, tudo deve prever uma diversidade nos paladares.

A escolha da bebida é fundamental:  whisky, vinho, cerveja, refrigerante, água, batidas de frutas ou coquetéis. Para os casamentos sem álcool esse item é ainda mais importante porque é necessário bom gosto na escolha, sem ficar só no refrigerante.

Entreter: Boa festa tem música para todos os gostos. Numa recepção pequena, uma boa setlist resolve, mas, numa festa com banda, os ritmos devem ser variados e agradar os jovens e também os mais velhos.

Casar voltou à moda. Mais gente casa com pompa e circunstância hoje do que casava quando eu tinha 20 anos.  As festas são ótimas e, quase sempre, muito caras.  Segundo quem casa, vale a pena. É como fazer uma linda viagem.

Para os convidados, celebrar o enlace é testemunhar a alegria de quem generosamente nos quis por perto numa situação tão especial. As memórias florescem e voltam imagens de longa, longa data. Cresce um sentimento de harmonia e de paz que a gente leva pelos dias que seguem.   Sem dúvida, uma dádiva!

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