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quarta-feira, 21 de março de 2018

Minestrone: seu novo portal de gastronomia


Hoje a conversa é sobre um novo projeto, o portal de notícias de gastronomia Minestrone. Um site, cujo lema é "cabe tudo aqui dentro". Você já vai entender. 

Para quem me acompanha no blog, antes de tudo, um pedido de desculpas. Estou me desculpando pela ausência dos últimos tempos e vou explicar o motivo. 

Minestrone.com.br em implantação


Nem de longe estou afastada do blog ou da ideia de escrever sobre comida, culinária, gastronomia, livros, filmes, dicas etc. Ao contrário. Estou envolvida com o Minestrone, um projeto que está em fase de implantação, já está no ar, dá pra ver, mas ainda estão sendo feitos ajustes técnicos e de conteúdo. 

Portal de Gastronomia





Minestrone é o nome italiano (e agora já brasileiro também) de uma sopa muito democrática no sentido de que nela são bem-vindos muitos ingredientes. No minestrone cabe feijão, arroz ou macarrão, verduras, legumes, carne, frango ou porco, cereais como cevadinha ou aveia, enfim, o que houver na despensa.  Foi a partir dessa ideia, de que todo ingrediente é bem-vindo, que decidimos criar um portal de gastronomia. 

Por isso, no minestrone.com.br vai ter um pouco de tudo: notícias, receitas, dicas, informações sobre filmes, restaurantes, programas de TV e rádio, vídeos, pod-casts, livros, revistas, lugares para viajar e comer, compras de ingredientes, utensílios, louças, equipamentos, roupas e acessórios de cozinha, entrevistas e convidados especialistas em café, vinho, queijo, azeite... 

Um pouco de tudo, de tudo um pouco.  Como no minestrone: cabe tudo aqui dentro.  Tudo o que tenha a ver com esse mundo quase infinito da comida que a gente gosta tanto, que nos dá tantas possibilidades. 

Blog da Gavioli 


O Blog da Gavioli continua e, daqui em diante, estará no Minestrone, sem deixar de ser o que sempre foi. 

Todo conteúdo do passado está sendo transferido aos poucos, até que, uma hora dessas, tudo o que foi publicado aqui desde maio de 2014, já tenha sido importado para lá com os devidos ajustes. Enquanto não estiver tudo pronto, o blog se mantém também por aqui. O que quero esclarecer é que não deixará de ser o Blog da Gavioli com o qual você se acostumou a conviver e que me faz tão feliz quando escrevo. 

Dar o passo conforme a perna


Você conhece essa expressão? 

Meu pai era um homem cheio de ditados que, resumidamente, explicam com clareza uma situação qualquer. Ele dizia que a gente tem que dar o passo conforme o tamanho da perna. Traduzindo para o momento do Minestrone e para a linguagem da internet, temos que crescer organicamente, isto é, com seguidores reais, que encontrarão conteúdo de qualidade, com a devida técnica jornalística de apuração, com ética e responsabilidade. 

O projeto é ousado, mas consciente. E tudo começou porque há pessoas como você que seguem o blog e se interessam por tudo o que é bom e que dá pra cozinhar, comer, compartilhar, aprender e ensinar. 

O Minestrone já está em todas as principais mídias digitais. Você pode seguir fazendo uma assinatura no próprio site ou em qualquer dos canais a seguir: 



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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Peixe para a Quarta de Cinzas


Hoje é quarta-feira de cinzas. 

Para os foliões, o dia que marca o fim oficial do Carnaval, que só volta no ano que vem.  Para os empresários brasileiros, o dia que o país volta a funcionar de verdade, embora haja controvérsias. Para os cristãos, o dia que começa o período da quaresma, o tempo de preparação para a Páscoa, de penitência e do jejum, em especial de carnes. 

Sou de família católica e sei que, há tempos, a igreja já não impõe uma dieta restritiva ao consumo de carnes na quaresma.  Contudo, as tradições ficam e muitas pessoas acabam preferindo comer peixe em lugar de carne em especial na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. 

- tags: peixe, filhote, tradição da quaresma

Por isso, hoje preparei um peixe aqui em casa para o almoço: um filhote

Filhote de piraíba, piratinga ou piranambu (do tupi:  pira = peixe / aíba = ruim / tinga = branco / nambu = inhambu ou ave) é um peixe de couro (não de escamas), de cabeça grande e olhos pequenos. Tem a carne branca e muito tenra. Trata-se de um peixe de água doce muito comum na Bacia Amazônica e no Araguaia-Tocantins. Ele é um carnívoro (se alimenta de outros peixes) de grande porte. O filhote pesa entre 10 e 60 quilos, enquanto o adulto chega a ter 300 quilos e 2,5 metros de comprimento.  

Escolhi preparar esse peixe porque eu tinha uma boa peça dando sopa no meu freezer. 

Esse é o peixe preferido do Silas, que, sempre que pode, escolhe o filhote diante de qualquer outro peixe. Foi ele quem  trouxe do Pará na última viagem que fez. Fui buscá-lo no aeroporto e o encontrei com uma geladeira de isopor cheia de peixes do norte do Brasil. Amei! Como não amar?

O filhote é um peixe de carne bem branquinha e muito saborosa.  Para preparar, não usei nenhuma receita em especial somente assei, mas vou contar como fiz direitinho. 

Minha receita de filhote assado

Primeiro, descongelei o peixe. Tinha cerca de 650 gramas o pedaço que usei. Lavei bem e passei limão por todo o peixe. Em seguida, sequei o peixe com papel toalha. Temperei com sal e pimenta do reino.  Enquanto fazia isso tudo, deixei a churrasqueira elétrica esquentando. Embrulhei o peixe em papel alumínio e o levei pra grelha da churrasqueira por cerca de sete minutos de cada lado. 
Com isso, ele cozinhou e soltou água. Abri o papel e desprezei o líquido. 
Aqueci uma frigideira antiaderente de fundo triplo e selei de todos os lados (não são só dois porque o peixe é bem alto) com um fio de azeite. 







Nosso almoço de hoje foi maravilhoso: arroz integral, feijão, abóbora assada no forno, filhote assado e dois tipos de salada, uma de tomate e outra com folhas verdes, tomate e cenoura ralada. 

Ultimamente, tenho me preocupado em comer direitinho, cuidar do corpo e prestar atenção no que é saudável. Nessa minha decisão, tenho comido muitas saladas, feito delas refeições completas. Mas para além delas, decidi que, ao menos um dia por semana, comeria minha comida de raiz, a que aprendi comer em casa, com minha mãe e meu pai.  

A escolha dessa refeição tão rica é porque comer comida de verdade é uma decisão que temos que fazer todos os dias. Nós, brasileiros, não podemos perder a riqueza do arroz com feijão no nosso prato. Eu acredito nisso. E você? 

Até breve! 


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Leia também sobre peixes: 


sábado, 10 de fevereiro de 2018

Salada de quinoa (quinua) - Eu cuidando de mim

 #comidadeverdade 

Depois de tanta festa, tanta gente em casa, tantos afazeres de família, tanta viagem, tanto estudar para o mestrado (que ainda não acabou, pelo contrário, agora é que o bicho vai pegar!), eis que me encontro novamente às voltas com a minha cozinha. 

Voltar pra cozinha é voltar para o mercado, a feira, a padaria, os livros de culinária, a geladeira, a despensa, o forno, o fogão, as toalhas, guardanapos etc. Mas, tudo isso ou vou contando em outros posts

Talvez em virtude de tantas atividades que me foram engolindo nos meses que passaram, eu fui me deixando de lado, ficando descuidada de mim, somente cumprindo obrigações e ticando agenda. Resultado: quando olhei pra mim, não gostei do que vi. Cheia de dores, com peso acima do que me faz me sentir bem, sem ânimo, com a pele desnutrida e um pouco desidratada, as unhas escamando... Vixi!!! 

O que fazer diante disso? Desespero? Não... nem pensar.  Que providência tomar? 

Tem hora que providência, decisão e atitude são sinônimos. Quando essa hora chega, ninguém me segura! Eu parto pra ação e o movimento me conduz. Fico feliz em estar novamente em movimento.

Então, com prudência que também significa providência, tomei a decisão imediata de retomar, reconstruir, rever, criar um jeito novo, me dar a chance, ter atitude. 

Alguns passos

Comecei olhando pra mim, enxergando o meu corpo e o que fiz dele. O corpo é nossa responsabilidade, nunca deveríamos nos esquecer disso. Decidi que precisaria desintoxicá-lo, alimentando-me melhor e fazendo com que ele se mexesse para que pudesse descobrir outras extensões e possibilidades, que, por vezes demais, a gente se esquece e, por consequência, se limita. 

Comecei a caminhar todos os dias. Não muito tempo, cerca de meia hora nos primeiros dias. Tenho tentado colocar objetivos a serem cumpridos em lugares distantes o suficiente para que eu possa ir caminhando, assim, cada dia faço um trajeto e não fico só na meditação da caminhada pela caminhada. 

Veja, esse é o meu jeito de lidar, mas caminhar por caminhar é uma boa também. Andar oxigena o cérebro e quando os passos são vigorosos dão muita energia. Isso faz suar, o suor limpa os poros e melhora a pele. O cansaço do exercício favorece o sono e o apetite por comida de verdade.  

Quiropraxia e massoterapia

Estou tentando um tratamento de quiropraxia na minha coluna. Essa foi uma decisão tantas vezes adiada, mas a dor estava me vencendo. Agora ela vai ter um lugar bem limitado na minha vida. Na clínica que estou indo, o tratamento associa a quiropraxia à massoterapia. Depois de o quiropraxista estalar todos os meus ossos, um massoterapeuta tenta habilmente desfazer os nós e as inflamações que seguem da minha coluna para ramais tensionados por todo meu corpo. Saio de lá que nem sei... mas acredito no resultado. 

Aliás, ele já vem ocorrendo porque foi a partir disso que resolvi comer direito e me movimentar. Mas, como disse antes, às vezes, decisão, providência, atitude têm o mesmo significado. 

Se quiser saber mais sobre a quiropraxia, eu posso recomendar. Deixe um comentário a respeito.

Comer salada

Desde que sou eu quem decide o que vou comer, as saladas sempre fizeram parte do meu cardápio. Só que tem épocas que fico preguiçosa e acabo me rendendo a comidas mais fáceis para o paladar. 
Não quero expressar com isso que não seja prazeroso comer salada, ao contrário, é muito gostoso mesmo, mas é bem mais fácil um arroz branco com estrogonofe ou um prato de macarrão a bolonhesa. 

As saladas, em especial as que levam folhas e ingredientes crus, exigem mastigação e esforço do sistema digestório para que o organismo absorva os ingredientes. Além do que, combinar o que por no prato saindo da mesmíssima saladinha de alface, tomate, cenoura e cebola, requer atenção. Mas o paladar agradece imensamente, quase de joelhos! 

Temos no Brasil grandes variedades de verduras, legumes, frutas, grãos e oleaginosas, que podem transformar um prato de salada numa refeição inesquecivelmente agradável. Com algum conhecimento e só um pouquinho de ousadia, acredite, dá pra se realizar comendo salada. 

Hoje, estou falando de salada, mas poderia estar comentando sobre comer um prato de arroz com feijão, sem prejuízo do boa alimentação. O que interessa é comer comida! Comida de verdade.

Nessa busca por alimentos diversificados, tinha aqui em casa um saquinho de quinoa (ou quinua) que nem sempre fez parte da minha alimentação, mas provei e gostei. Tentei uma combinação que deu certo. 


Salada de quinoa



Ingredientes

1/4 de xícara (chá) de quinoa cozida na água* com uma pitada de sal 
1 tomate italiano picado em brunoise**
3 azeitonas verdes sem caroço picada em brunoise
1 fatia de queijo meia cura picada em pedaços pequenos
3 ramos de salsinha picada em brunoise
Caldo de limão
1 colher (chá) azeite extravirgem
Sal e pimenta do reino

Modo de fazer

Com a quinoa já fria, misture-a aos ingredientes sólidos e tempere com o caldo do limão, azeite, sal e pimenta do reino.  Deixe descansar na geladeira por cerca de duas horas antes de servir. Isso vai intensificar o sabor. 

Usos e sugestões

  • Uma salada como essa pode ser a sua refeição principal, sem outros acompanhamentos. A quinoa é rica em nutrientes, principalmente, tem muita proteína e ferro (mais que o dobro do feijão).  
  • Como reforço de uma salada de folhas é uma boa opção. 
  • Pode acompanhar um peixe ou uma carne grelhada. Fiz com carne de porco e ficou perfeita
  • Serve como aperitivo ou entrada e pode ser servida em copinhos. Opção bem charmosa!
  • Para levar na marmita é excelente. 
Como no título dessa publicação, essa salada de quinoa é o resultado de uma pesquisa pessoal em virtude de um cuidado que estou tendo comigo  

Ah! Uma dica: tente se cuidar também! 



Aprenda um pouco mais sobre quinoa (ou quinua) no blog Nutrição e Qualidade de Vida. Tudo bem explicadinho. 

Bom fim de semana. Bom Carnaval! 



*Para cozinhar a quinoa, leve ao fogo a quantidade do grão e o dobro de seu volume de água. Deixe cozinhar até a água secar ou a quinoa ficar cozida integralmente. Se precisar, acrescente mais água. Esse processo pode ser feito na panela de pressão. Assim que ferver, contar cerca de 5 minutos e desligar. 
**Cubos de 3 x 3 mm.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Chá anti-inflamatório


Sabe aqueles dias que tudo incomoda porque o corpo inteiro dói? 

Se alguém fala muito alto por perto ou se o filme da TV é meio enjoativo e sem noção, se o trânsito está complicado logo perto de casa ou se o telefone toca várias vezes e é o Moacyr Franco vendendo ômega 3, em geral, a gente toca a vida adiante sem se incomodar muito. Faz parte. 

Só que tem dias que a gente dorme mal, acorda no meio da noite com dor na lombar e quando é hora de levantar dá um desânimo porque o corpo está tão sofrido, os músculos um tanto enrijecidos e qualquer esbarrão ou palavra mal ouvida é motivo pra ter vontade de chorar e sumir. A falta de paciência vem com tudo e a gente nem entende porquê. 

Arrisco dizer que isso ocorre, muitas vezes, porque estamos com alguma inflamação. Sim... não é pra assustar e pra observar e tomar providência!

Eu andei me observando e cheguei a conclusão que meu corpo e minhas reações quando estão desse jeito se devem ao fato de que estou sendo avisada que um processo inflamatório está na minha corrente sanguínea. Nada grave, nem motivo suficiente para sair correndo e visitar um médico pedindo uma bomba alopática para resolver a questão do mal-estar.  Mas o suficiente para me fazer prestar atenção no que ando comendo e bebendo e de que jeito venho tratando minha casa mais próxima, ou seja, o meu corpo físico. 

Não escondo de ninguém que não sou muito afeita aos exercícios físicos em especial os aeróbicos. Eles me cansam. Também é público que sou comilona, gosto de doces e não dispenso um bom copo de vinho. Pra mim, comer e beber traz alegria, em especial, quando estou com meus amigos e minha família em volta da mesa, trocando ideias, contando causos e, de preferência, rindo da vida louca que a gente tem. Além disso, sou cozinheira por opção, é uma satisfação planejar pratos, pesquisar como se faz e que ingredientes levam e depois executá-los. Isso me alegra.  

Esses três fatores associados a uma certa preguicinha que às vezes me dou o direito de ter de não resolver logo as reclamações do meu corpo são suficientes para me desaprumar um pouco e, em virtude disso, ultimamente, sinto muitas dores.  

Hoje, resolvi mudar o rumo da prosa e comecei a pesquisar alimentos anti-inflamatórios, numa busca por desintoxicar meu corpo. 

Os alimentos ultraprocessados com todos os seus inúmeros conservadores são muito intoxicantes, sei disso há longo tempo. Também sei que o açúcar (em especial o refinado, mas os demais também) é um causador de inflamações. Pra quem não sabe, celulite é fruto também do açúcar que ingerimos e é uma inflamação dos tecidos do nosso corpo.  Depois, tem os embutidos e as carnes industrializadas (as aves como chester e peru e também os presuntos, salames, linguiças) que vêm como uma quantidade imensa de sais e açúcares para fazê-los durar. Isso faz mal pra saúde da gente. Até mesmo o leite de caixinha, que eu reduzi muito na minha alimentação, me fez perceber que há dentro da embalagem tetrapack um produto bem diferente do que aquele que sai da teta da vaca para alimentar o bezerro. E esse liquido não é muito bom pra minha saúde, não! 

Sem exageros, pelo equilíbrio, pelo caminho do meio e sem me privar de comidas que me fazem feliz, hoje comecei uma alimentação mais adequada ao que acredito como saudável. 

Na pesquisa, descobri um chá, que fiz e gostei muito.  Que tal experimentar? 

Chá Anti-inflamatório



Ingredientes
5 gramas de sementes de erva doce
5 gramas de grãos de mostarda
5 gramas de canela em pau
1 litro de água

Modo de fazer

Leve a água ao fogo para ferver e quando começar a ebulição, desligue o fogo e despeje-a sobre os demais ingredientes. Tampe e deixe abafar por 10 minutos. Coe e deixe amornar pra consumir. 

Tome duas xícaras ao dia. 

Quer saber sobre outros alimentos que nos ajudam a desinchar e são considerados anti-inflamatórios naturais? Faça um comentário e deixe seu e-mail. Eu terei satisfação em trocar ideias sobre o que venho pesquisando desse assunto com você. 

Um grande abraço! 

quarta-feira, 30 de março de 2016

Masterchef 2016 - Terceira temporada



Eles voltaram: Henrique Fogaça, Paola Carossella e Erick Jaccquin. Continuam jurados do Masterchef Brasil, agora já na terceira edição. Para quem curte o programa, a diversão notívaga das terças-feiras está garantida. 

E dá-lhe caras e bocas! 

Em meio a tantas grosserias e arrogâncias e outras muitas "fofurices", os três chefs, agora pra lá de conhecidos do público nacional, selecionaram 21 participantes para a edição do programa deste ano. Tarefa nem tão fácil quanto parece porque, no fundo, eles sabem o poder da mídia que mudou a vida deles e pode mudar muito a dos participantes também, transformando alguns em pop stars instantâneos. 




Assisti aos três primeiros episódios, que foram os da seleção do grupo, e, ontem, vi até o final já com alguma torcida. Vibrei e lamentei quando uns e outros tiveram que devolver seus aventais e, quanto aos que sobraram, posso dizer que me identifiquei com alguns e, simplesmente, detestei outros.  

Repercussão

Durante todo o programa ontem o Twitter bombou Masterchef... E tinha gente grande como o Arnaldo Lorençato twittando sem parar... Sinal de que a coisa vai pegar de novo este ano. 

Hoje, lendo meus blogs prediletos eis que encontro no post do A dica é  as mais deliciosas observações sobre o grupo de 21 classificados do Masterchef 2016. A Ale e a Aline mataram a pau! 
Aline e Alessandra, blog A dica é

Não concordo com 100%  só por causa da Thaiana que eu classificaria como parte da cota das "fofuras" e tem também Gleice que, pra mim, parece mandar bem pra caramba na cozinha. Só posso dizer que concordo com o que escreveram mais de 90%. Ah! e isso é só porque também quero dar pitaco. 

Assim, aproveitando a deixa, resolvi compartilhar o post delas porque  o texto é uma bela sacada. As meninas do A dica é são ótimas!!! E eu sei disso não é de hoje. 

So... enjoy it!!! 






Leia também sobre Masterchef nesse blog: 


quinta-feira, 17 de março de 2016

Revitalização do Mercado de Pinheiros



...legítimo esforço de transformação e revitalização 
do espaço para o qual personalidades conscientes do mundo
 gastronômico emprestaram seus nomes









Em qualquer viagem que eu faça, seja no Brasil ou no exterior, numa capital ou numa pequena cidade, um dos meus lugares favoritos para visitar é o mercado local de hortifrutigranjeiros. É onde tem comida de verdade com a cara do lugar. Pelo menos é assim que eu sinto. 

Morei mais de 16 anos no bairro e lamentavelmente poucas foram as vezes que estive no Mercado de Pinheiros. Os motivos que não levaram durante todos esses anos ao mercado são diversos, mas o  maior deles era o estado que se encontrava. Sem atrativos, muito largado, mal cheiroso, um tanto sujo, sem produtos de qualidade que me atraíssem o suficiente e, pior de tudo, cada vez que eu estive ali fiquei com uma sensação de derrota como cidadã. Um patrimônio público tão bem localizado naquele estado de degradação era a prova pra mim de que nós, cidadãos, somos muito incompetentes. 


Mas há algum tempo venho acompanhando as tentativas de revitalizar aquele espaço e ontem fui até lá para um evento cuja divulgação por meio de release recebi super em cima da hora, na terça à noite, enviada pela assessoria de imprensa do restaurante Dalva e Dito,  do chef Alex Atala. Isso porque o projeto de revitalização do mercado de Pinheiros é uma bandeira empunhada pelo Instituto Atá, do mesmo chef. 

Devo admitir que minha desconfiança era enorme. Fui pagar para ver.  Cheia de preconceitos, estava com receio de que, como o projeto tinha envolvimento de grandes e midiáticos nomes da gastronomia no Brasil como o próprio Atala e também Rodrigo de Oliveira, do restaurante Mocotó, além de Bel Coelho, do Clandestino, e outras estrelas, o projeto fosse uma dessas "gourmetizações" do espaço público. Pensei, vou chegar lá e o mercado se terá transformado num palco para essas estrelas, com preços estratosféricos e, claro, vai atrair os hippie-chiques da Vila Madalena para vender comida do tipo food truck sob o pretexto de gastronomia de verdade. 

Me dei foi mal!!! 






O que vi foi um verdadeiro e legítimo esforço de transformação e revitalização do espaço para o qual personalidades conscientes do mundo gastronômico emprestaram seus nomes, tempo, imagem, credibilidade e, principalmente, sua boa vontade e empreendedorismo.

Não há como saber se sem esses nomes a transformação teria ocorrido, mas é pouco provável. 

Mais consciente foi como saí de lá, depois de participar do seminário em que estiveram presentes como palestrantes os representantes dos vários biomas brasileiros. Pessoas que vieram a São Paulo para encontrar mercado no sentido amplo. Estiveram aqui para demonstrar seus produtos, fruto da dedicação que têm não só em produzir alimentos diretamente da terra, como os hortifrutis, bem como os que são processados como vinho, doces, farinha etc. 

A fim de divulgar e promover esses itens visando encontrar e participar do maior mercado consumidor do país, essas pessoas que produzem, por exemplo, frutos exóticos para nós paulistas, estavam aqui por uma real questão de sustentabilidade de seus negócios.  

A revitalização do Mercado de Pinheiros ainda é incipiente. Há muitos outros passos a serem caminhados até que o espaço se reafirme e seja novamente um patrimônio com função para os moradores e frequentadores da região, mas as bases parecem sólidas desta vez. 

Ficou evidente que os entraves foram (e ainda devem ou deverão ser grandes). No entanto, o esforço dos atores envolvidos, esse elenco estelar, em conjunto com a abertura e receptividade e ação da atual Prefeitura de São Paulo, venceu a inércia e o mercado já mudou. 

Voltei alegre pra casa, apesar do noite tensa que se seguiu.  Como não tenho sangue de barata e a situação política do Brasil me incomoda profundamente, acompanhar o noticiário ontem foi dilacerante pra mim. Acho que nunca havia vivido conscientemente um momento tão dramático deste país em termos de crise política como o atual. Contudo, o evento no mercado ontem foi um alento. Meu sentimento é que tem gente a fim de fazer dar certo, que não fica só reclamando e apostando que quanto pior, melhor.  

Revitalizar um espaço como o mercado de Pinheiros com um objetivo nobre bem definido como o que me foi apresentado ontem  é um sinal de que a mudança é possível. Mudar pra melhor é uma questão de atitude e comprometimento.  

A propósito, a ideia é fazer desse mercado um local onde cheguem os ingredientes regionais brasileiros, os frutos desses biomas que quase ninguém sabe quais são,  para que passemos a conhecer, valorizar  e também consumir o que é nacional. Ou seja, um trilho para o desenvolvimento de uma cozinha que seja internacional para os que vêm de fora, ou seja, de comida brasileira. Novos tempos! Já passou da hora de fazermos isso no Brasil. 

Sinto-me envergonhada pelo meu preconceito de ontem. Mudei. Nesse momento, sinto gratidão pelo envolvimento dessas pessoas para que possamos usufruir do Mercado de Pinheiros em todas as suas potencialidades. No que puder, estarei envolvida. 

Sou ituana de nascimento, paulistana por opção e amo o bairro de Pinheiros como o meu lugar. 

Recomendo a visita ao mercado com o coração aberto. 

quarta-feira, 16 de março de 2016

Nem só de restaurante vive o chef de cozinha

Blog da Gavioli e Lá em casa pra jantar na mídia



No fim do ano passado, estive na Rádio USP no programa da colega de profissão Miriam Ramos. Ela que, como eu, é jornalista, tem uma carreira linda e apresenta o programa  Abrace uma carreira, que vai ao ar todas as quintas-feiras, às 13 horas. 

Na minha modesta opinião, o programa é uma benção informativa para as pessoas de todas as idades, mas em especial para os jovens, que buscam saber quais são as diversas maneiras de se atuar numa determinada carreira. 

Tomando a Gastronomia como exemplo, há os que pensam que, ao escolher essa profissão, o único caminho a ser seguido é o de ir para a cozinha e ser tornar um chef num restaurante. Só que não!

Como em todas as demais carreiras, basta abrir-se para reconhecer que há uma infinita gama de possíveis atuações. O mercado de trabalho é vivo e pulsante. Sempre dá pra criar algo novo. Mas, vamos pensar no que já existe, só pra ter ideia de que nada é tão fechado quanto parece.


  • Que tal uma consultoria para a montagem de cozinhas para bares, restaurantes etc.? 
  • Quem sabe montar um restaurante, um buffet, doceria, ateliê, uma cozinha autoral? 
  • Especializar-se em treinamentos e serviços de sala e bar? 
  • Que dizer de trabalhar num hotel ou em projetos de turismo e hospitalidade? 
  • Quer ser um consultor especialista em montagem de cardápios ou menu?  
  • Tornar-se um professor na área? 
  • Ser um pesquisador ou um acadêmico sobre comida? 
  • Atuar como consultor de negócios de cozinha e da indústria alimentícia ou de bebidas? 
  • Ser um personal chef e ir às casas das pessoas ou empresas para cozinhar? 
  • Trabalhar em revistas, sites ou outras publicações gastronômicas? 
  • Quem sabe ser designer para montagem de mesas em eventos? 
  • Tornar-se crítico de restaurantes? 
  • Ser um especialista que escreve sobre o assunto e ter um blog influenciador do mercado? 


O programa Abrace uma carreira abre ao ouvinte essa dimensão das profissões. Em cada episódio uma área é desvendada por quem trabalha nela de um jeito ou de outro. Afinal, são tantas as possibilidades que a gente até se perde e, pior,  às vezes, não vê e se fecha numa visão restrita.  

Resolvi tratar novamente desse assunto porque o post que escrevi em dezembro foi publicado entre o Natal e o Revellion. Quase ninguém viu ou ouviu o programa. Por isso, resolvi requentar e servir novamente porque o conteúdo é muito bom. 

Para quem tem interesse na área de Gastronomia, nesse link é possível ouvir o programa na íntegra. 

O programa Abrace uma carreira - Gastronomia foi ao ar no dia 24/12 na rádio USP e no dia 27/12 na rádio UEL, da Universidade de Londrina. 

Entre os entrevistados, a chef Janaína Rueda, do Bar da Dona Onça e da Casa do Porco;  Patricia Souza, mestre em Ciência da Religião e chef de cozinha, autora do livro Religião vai à mesa;  o professor de gastronomia José Roberto Yasoshima, da USP, e eu, que fui falar sobre o Blog da Gavioli e o projeto Lá em casa pra jantar

Não deixe de ouvir. Aquele abraço! 

PROGRAMA ABRACE UMA CARREIRA - 24 e 27/12/2016 - sobre Gastronomia


Leia também: 


domingo, 27 de dezembro de 2015

Abrace uma carreira - Gastronomia

No dia 24/12, o programa Abrace uma carreira da Rádio USP, produzido e apresentado pela jornalista Miriam Ramos foi ao ar, às 13 horas tratando da profissão Gastronomia. 

Entre os entrevistados, a chef Janaína Rueda, do Bar da Dona Onça e da Casa do Porco; a queridíssima amiga e também chef, Patricia Souza, que escreveu o livro Religião vai à mesa;  o professor de gastronomia José Roberto Yasoshima, da Usp, e eu, que fui falar sobre o Blog da Gavioli e o projeto Lá em casa pra jantar

Pra quem não teve oportunidade de ouvir, amanhã, domingo, às 16 horas, haverá reprise. Sintonize 93,7 FM e ouça. Ficou super legal. 

Aproveite! 



Beijos!


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Um jeito de encontrar pessoas

Lá em casa pra jantar


O mundo muda. O planeta se transforma fisicamente. A sociedade evolui e, às vezes, involui, depende de que lado estamos...

A ideia de receber pessoas para jantar em casa não é nova, mas tem certo ar de novidade porque agora vem com uma cara de negócio, que exige um novo comportamento das pessoas....  Isso porque a gente se esquece que as pensões das nossas avós eram as avós do Eatwith, Dineer, Gnammo e tantos outros. 




Só que agora a gente vive em apartamento e tem que dar satisfação no condomínio sobre quem entra e sai do prédio por uma questão de segurança já que há muita ousadia em querer fazer da sua casa um lugar humano e acolhedor para um visitante estrangeiro, um amigo do amigo ou, simplesmente, uma pessoa de mente aberta que queira fazer algo diferente. 

Paro e penso que São Paulo me enganou. Saí de um cidade pequena do interior para viver aqui porque São Paulo é uma cidade grande, de gente pra frente, cheia de ideias novas, sem grandes preconceitos. Mentira. São Paulo pode ser muito fechada e hostil. E o Brasil é mesmo um país conservador, escravagista, segregacionista e muito preconceituoso. Mas deixemos isso pra lá.  

É fato que existe risco. Mas viver exige risco. E quem não se arrisca deixa a vida passar com as horas, os dias, semanas, meses e anos se esvaindo sem emoções. 

Eu busco um outro jeito, sei lá, sou assim. 

O projeto Lá em casa pra jantar veio alçando voo. 




Devagar, com carinho e cuidado, a gente sente que vem acolhendo amigos. Alguns que, há tempos não víamos, viram uma oportunidade de nos reencontrar para um bom papo à mesa, degustando uma comidinha feita com afeto e uma chance de conhecer o nosso lar. Tenho amigos que não conheciam o Silas, outros, dele, nunca tinham me visto. 


Algumas vezes, antigos colegas de trabalho ou de cursos aparecem e é uma grande alegria porque trazem novidades que vão desde empregos novos até filhos já bem crescidos que nem sabíamos que existiam. Temos a chance de rever quem compartilhou um tempo da vida da gente ainda que à distância, mesmo que por efêmeras duas ou três horas enquanto o jantar acontece. 


Preparar a casa para receber pessoas é um exercício que tento praticar da forma mais elegante possível. Com as minhas melhores louças, copos, talheres, toalhas, ou seja, com o enxoval completo, que a minha geração já não teve vinda de um baú de família com bordados feitos à mão. Por isso, vou garimpando, juntando, ganhando... 




A comida é um bom pretexto porque não há nada tão agregador quanto o sabor partilhado à mesa. A refeição que não é só alimento para o corpo, mas também para o coração, é aquela que tem alguém ao lado, contando um causo, rindo com você de alguma coisa, comentando fatos cotidianos ou o capítulo da novela. 



Amanhã, receberemos mais 10 pessoas Lá em casa pra jantar. A nossa equipe é formada por três pessoas: a Bruna, o Silas e eu. Na edição passada, a Bruna foi substituída pela Cristina. Somos uma família. Talvez não nos moldes mais tradicionais, mas isso não nos desonera em nada. 

A casa está sendo preparada, daqui a pouco vou à feira, já tem pré-preparo de várias comidinhas deixando tudo muito perfumado e humano e a bebida já está gelando. 

Se no ano que vem tem mais, não sei ainda. Sei que o prazer da experiência tem sido recompensador, mais emocional que economicamente. Não é por acaso que se chama Lá EM CASA pra jantar. 

Por hoje é isso! 

Um grande abraço a todos os meus leitores. Tenho muito trabalho agora. 


>>> Mais informações, envie e-mail para laemcasaprajantar@gmail.com ou acesse a página do Facebook. Há também um grupo 

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Mendoza vem aí: preparação


Com seus vinhos e cânions, a Argentina promete


Eu amo a Argentina. Acho um país e tanto, exceto no futebol, claro! Apesar de que agora já nem ligo mais pra isso. Aquele 7 a 1 matou minha alma torcedora como eu nunca imaginei que pudesse acontecer. 



Ainda esta semana embarcaremos rumo a Mendoza, a prometida região dos melhores vinhos produzidos ao sul da América do Sul. A cidade é a capital da província de mesmo nome e fica na parte oeste da Argentina,  aos pés da Cordilheira do Andes, divisa com o Chile. 

Só um aparte: quem nunca viu essa Cordilheira de perto, de cima ou de lado, deveria fazer um esforço pra ver. Ninguém deveria morrer sem ver porque é um espetáculo. Assim como todos deveriam ter a chance de ver o mar pelo menos uma vez na vida. Ponto e basta!


Preparação, planejamento e mente aberta


Já preparando a viagem, há cerca de seis meses compramos as passagens que, no nosso caso, tem uma parada estratégica, na volta, para uma tarde de domingo em Buenos Aires. Também já reservamos um hostel, nada muito caro, mas numa área central e estratégica para que possamos nos deslocar com facilidade. 

O motivo que nos leva a Mendoza é a participação do Silas num congresso e, aproveitando o embalo e a oportunidade, minha pesquisa sobre vinhos e comida porque a cada viagem aprendo e gosto mais desse novo rumo da minha vida. 

Para aproveitar bem uma viagem, fora deixar-se surpreender a cada novo ambiente com seus cheiros, cores, sons e percepções, uma das coisas que considero realmente importantes é procurar se informar sobre o local de destino. 

Se a gente sabe o que existe, fica mais fácil escolher. O tempo de uma viagem quase sempre é mais escasso do que gostaríamos. Eleger os pontos que são imperdíveis é essencial. Do contrário, podemos estar ao lado, bem perto mesmo, de algo que muito nos interessaria sem ir até ele e gastando nosso tempo e dinheiro em algo que não nos agrada tanto.

Como viajo com frequência e de um jeito não muito convencional (o que chamo de convencional é a viagem feita num pacote comprado numa agência de viagens, com reservas feitas pelo agente para  hospedagem, comida, deslocamento e atrações turísticas), muita gente que eu conheço me elege para responder dúvidas de viagem que, muitas vezes, as pessoas sentem vergonha de perguntar para a agência. 

Por exemplo: tem gente que nunca fez câmbio de moeda estrangeira e tem vergonha disso, se sente constrangido.  Isso é besteira. É bem comum a gente se sentir inseguro diante dessas situações e se tem alguém pra ajudar, por que não perguntar? 

Ando pensando em criar um cursinho com dicas para quem não é habituado a viajar mas tem vontade. Principalmente porque, às vezes, não entendemos muito bem o que lemos. Talvez até porque nem sempre quem escreve se preocupa de fato em passar as informações de um jeito fácil. 

Foto:Clube dos Vinhos


Para a viagem da próxima semana, já identificamos os pontos que mais nos atraem na região como Uspallata, Puente del Inca, Parque Nacional de Aconcágua, vinícolas como a Achaval-Ferrer e a Catena Zapata e banhos termais etc. 

Montamos um roteiro prévio (nada muito elaborado) que então inclui: vinícolas, city tour em Mendoza, restaurantes imperdíveis pra mim, cânions e montanhas. 


Foto: ancoradourooperadora.com.br
Nosso roteiro pode ser mudado se oportunidades interessantes acontecerem, para isso é preciso abrir-se para o que rolar e ser flexível. No entanto, se não surgirem fatos novos, já temos mais ou menos desenhado o que queremos fazer. 

De acordo como nosso planejamento, teremos que alugar um carro ou contratar um motorista que nos leve para as distâncias mais longas. Estaremos em Mendoza com alguns amigos e já tratamos de combinar interesses comuns para que possamos agregar ainda mais tanto à viagem quanto à amizade que nos une. 

A excitação pré-viagem é uma delícia. Tem efeito sobre a nossa capacidade de imaginar coisas. Quando a imaginação corre solta, se estamos bem,  ficamos mais alegres e os dias são mais agradáveis. Dá vontade de compartilhar.  

Viajar não é só ir e voltar. É levar consigo expectativas e trazer de volta experiências. 

Mendoza vem aí. Depois eu conto tudo. 


Francis Mallman, Chef's Table

Ah! Só aproveitando a chance. Já escrevi antes sobre uma série de documentários produzida pela Netflix chamada Chef's Table. Um dos episódios é sobre Francis Mallman, um argentino cujo restaurante em Mendoza é muito recomendado. A chef  Paola Carossella, do Arthurito e do Masterchef trabalhou com esse chef premiado. Fica a dica! 

Até mais.