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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Refresque-se com sopa


Essa é uma dica de receita prática para os dias de calor. Faça e deguste! Você vai se impressionar. 

Artigo publicado no portal Plena Mulher e no site Itu.com.br coluna Gastronomia & Hospitalidade, por Clau Gavioli em 9/dezembro/2017. 



Se preferir, acesse o mesmo conteúdo aqui no blog. Texto na íntegra a seguir. 


sábado, 23 de setembro de 2017

Festa da comunidade, doces e mais

Para quem, como eu, cresceu numa cidade pequena e interiorana, dia de santo leva a festa de igreja que tem que ter quermesse. Onde já se viu uma festa de Santa Rita ou do Divino sem barraquinhas de pastel, cachorro quente, churrasco, pescaria, roleta e, claro, doces? 

Itu agora já não é mais uma cidade "assim tão pequena", mas já foi e nem faz tanto tempo. Embora muita gente tente esquecer,  no fundo não há como não guardar na memróia um senso de comunidade que é proprio de quem teve esse contato desde criança.

Desde o mês passado, soube pela minha mãe, que é vicentina (faz parte da comunidade de São Vicente de Paulo), que ela seria responsável pela barraca de doces da festa anual que ocorre na Vila Vicentina para angariar fundos para a manutenção dos asilos de idosos que essa comunidade mantém e administra.

- tags: vila vicentina,doces,comunidade,festa de igreja

Assim que foi escalada para função, o assunto mudou na casa dela. Todos nós na família começamos a conversar sobre como conseguir recursos, quais tipos de doces seriam vendidos, quem poderia doar o quê e a nossa energia ficou, digamos, mais açucarada... mais docinha!

Depois de combinações e acertos entre os organizadores da festa, minha mãe tinha na cabeça a linha a ser seguida para fazer sucesso com a barraca de guloseimas. Muitos amigos nossos (alguns bem próximos, outros nem tanto) se prontificaram a contribuir. Houve quem se comprometeu com  sobremesas para serem vendidas em peças inteiras e, outras, para serem porcionadas ou já em unidades de consumo individual.

Teve quem mandou pudim, manjar, caçarola italiana,  torta, bolo recheado e confeitado, docinhos como brigadeiros e beijinhos, tortinhas, canoles com recheio de coco, arroz doce, suspiro, sonho e, pasmem!, a festa ganhou um freezer cheio de picolés e muitos doces mineiros, daqueles cristalizados e também do tipo doce de leite durinho com coco ou chocolate e amendoim... Hummmm, tudo um acinte ao regime de poucas calorias...  Tudo pra gente pensar se a festa é do santo ou do diabo que engorda a gente só de olhar! 







A festa começou ontem, dia 22, e vai até amanhã, domingo, 24 de setembro. Ah! Claro que não tem só barraca de doce, tem cachorro quente, pastel, churrasquinho, pizza e, na parte do entretenimento, música para animar, crianças brincando e gente de coração voluntário para trabalhar em prol de uma causa necessária para a sociedade. 

Já que estudo gastronomia e hospitalidade, minha atenção anda sempre voltada a entender o que motiva tanto as pessoas pra participar de atividades comunitárias como essa da Vila. As festas de comunidades paroquiais dão senso de pertencimento e identidade aos que dela participam. São instrumentos sociais que dão oportunidade aos indivíduos de pertencer a um local,  ou seja, de ser parte e poder contribuir, fazer o seu pedaço ou a diferença, de ver e ser visto, de se reconhecer como membro da comunidade. Não me refiro a vaidade e poder, mas a reconhecimento de si mesmo.

Sem muita filosofia,  essa relação comunitária faz é muito bem à saúde. Quando a gente participa fica mais forte e se sente presente.  

Ainda esta semana, numa aula, refletíamos sobre a comunidade e a sociedade: a primeira é boa, inclusiva, empoderadora. A segunda é o que é há de mau, aquilo que a gente critica...  Mas a sociedade só muda pra melhor se a comunidade estiver integrada e der chance para que as mudanças positivas que todos buscam ocorram.  

Participar não é só doar o tempo e os doces. É também ir até lá desfrutando daquilo que foi preparado para a comunidade. Cada real gasto num docinho é o reconhecimento do trabalho do outro pelo outro ainda. Traduzindo, quando você vai lá e compra uma cocada ou um pedaço de pudim, além de se deliciar e se adoçar, reconhece a importância de quem dou um pouco de si para atender os velhinhos que precisam de auxílio quando estão num asilo. 

É por aí que a coisa vai, vira um ciclo virtuoso. Então, esse é um convite. Se não tiver programa pra hoje à noite ou amanhã para almoçar, dê uma passada lá na festa da Vila Vicentina. Olhe as pessoas nos olhos, cumprimente, converse, reconheça o seu vizinho que na correria do dia a dia você nem vê. Reconheça-se! Pertença! 

Essa é a dica.  

Se for até lá, vai me encontrar vendendo doces e fazendo amigos! 

Ah! Achei aqui mesmo no Itu.com.br um link com as informações da festa.


(texto publicado na coluna Gastronomia & Hospitalidade em 23/09/2017 do site Itu.com.br)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Vinho Quente: item de Festa Junina

Clube das Comadres




Em pleno mês das festas de Santo Antonio, São João e São Pedro, a gente não pode deixar a tradição de lado. Mas... Que tal uma inovação? Ah! Nem chega a ser novidade, é só mesmo uma variação. 

Encontre esse post completo também no site do Clube das Comadres na área dos Colunistas em Hospitalidade e Gastronomia ou acessando diretamente o link.


--- tags: festa junina, vinho quente, vinho branco quente,  #clubedascomadres


                                             


Leia o texto na íntegra:


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Tem Gastronomia no site Itu.com.br


A Gastronomia no dia a dia   


Esse é o tema da coluna de Gastronomia & Hospitalidade publicada hoje no portal Itu.com.br 


Além de refletir sobre o papel da gastronomia no cotidiano e sobre a avalanche de informações culinárias que estão na mídia, a publicação traz também duas receitas práticas e versáteis que podem ser perfeitamente presenteáveis! Tapenade de azeitona e molho pesto.  Vai perder? 





- tags: tapenade, pesto, comida, receita 


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